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Bolsa nacional segue em subida com BCP e PT (act.)

A bolsa nacional negociava em subida, com o PSI-20 a avançar 0,2%. O BCP e a PT eram os títulos que mais ajudavam à valorização do índice, enquanto a EDP e a Sonae travavam uma maior subida.

Bernardo Meira bmeira@mediafin.pt 25 de Fevereiro de 2004 às 13:10
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A bolsa nacional negociava em subida, com o PSI-20 a avançar 0,2%. O BCP e a PT eram os títulos que mais ajudavam à valorização do índice, enquanto a EDP e a Sonae travavam uma maior subida.

O índice PSI-20 [PSI20] cotava nos 7.665,62 pontos, com nove das acções em subida, três inalteradas e oito em queda, com 84,8 milhões de euros transaccionados.

A Portugal Telecom [PTCL] ganhava 0,55% para os 9,20 euros, com 2,94 milhões de títulos transaccionados, juntamente com a PT Multimédia [PTM] que apreciava 1,23% para os 18,16 euros.

«O mercado nacional estar a negociar dentro da média, sustentado pela Portugal Telecom e a EDP, enquanto o resto da Europa cai pelo segundo dia», comentou Luís Ferreira do BNC. «A PT Multimédia tem vindo a ser beneficiada por boas recomendações do título», acrescentou.

No sector da banca, o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] crescia 0,07% para os 14,21 euros e o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] avançava 1,48% para os 2,06 euros. O Banco BPI [BPI] recuava 0,62% para os 3,23 euros.

No grupo liderado por Belmiro de Azevedo, a Sonae SGPS [SON] descia 1,02% para os 0,97 euros, enquanto a Sonaecom [SNC] valorizava 1,96% para os 3,12 euros. A Sonae Indústria [SONA] subia 3% para os 3,78 euros.

A Sonae manteve contactos com praticamente todos os presumíveis interessados na segunda fase da privatização da Portucel, com excepção da Cofina e da Lecta, numa tentativa de assegurar a venda da sua posição de 25% na papeleira ao vencedor do concurso, avançou hoje o Jornal de Negócios.

Belmiro de Azevedo encetou conversações com a sueca Stora Enso, a sul-africana Mondi, a canadiana Domtar e com Pedro Queiroz Pereira, presidente da Semapa. O acordo «verbal» terá sido conseguido com a Mondi, Stora Enso e Pedro Queiroz Pereira.

No dia em que o Estado recebe as propostas para a alienação de 30% da papeleira, a Portucel seguia a ganhar 0,65% negociando nos 1,55 euros, pela primeira vez desde Março de 2000, o preço mínimo que Belmiro de Azevedo alienará a posição de 25% a um dos três eventuais vencedores da reprivatização.

A Semapa [SEMA] estava a subir 1,03%, para 3,92 euros.

As acções do grupo Cofina, liderado por Paulo Fernandes, valorizavam pela terceira sessão consecutiva, estando hoje mais caras em 2,73% para 3,01 euros, níveis de Dezembro de 2000.

A empresa que controla a Investec, a Celuloses do Caima e da F. Ramada estará a beneficiar de um estudo do Barclays, onde o banco britânico sugeriu uma recomendação de «acumular» e um preço alvo de 3,40 euros, num «research» onde diz que o Euro 2004 terá um «forte impacto» na venda dos jornais desportivos, um segmento liderado pelo «Record».

A eléctrica nacional EDP [EDP] descia 0,43% para os 2,31 euros, com mais de 13 milhões de títulos movimentados.

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