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Bolsa nacional segue estável com recuperação da banca e PT

A bolsa nacional seguia sem uma tendência definida, impulsionada pelo banca e pela Portugal Telecom, enquanto a maioria das praça europeias eram pressionadas pelas telecomunicações e pelos Seguros e impulsionadas pelas petrolíferas.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 24 de Setembro de 2004 às 10:56
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A bolsa nacional seguia sem uma tendência definida, impulsionada pelo banca e pela Portugal Telecom, enquanto a maioria das praça europeias eram pressionadas pelas telecomunicações e pelos Seguros e impulsionadas pelas petrolíferas.

O PSI-20 [PSI20] avançava 0,06 % a cotar nos 7.304,16 pontos com oito acções a subir, três a cair e nove inalteradas.

A Portugal Telecom [PTC] , que ontem tinha sido um dos títulos de maior influência na queda da bolsa, recuperava e impulsionava o índice.

A PT avançava 0,12% para os 8,70 euros. A PT Multimédia [PTM] avançava 0,28% para os 17,60 euros. A operadora de telecomunicações nacional está a ser alvo de um período de mais valias, depois dos ganhos que se seguiram à apresentação de resultados e do plano de remuneração aos accionistas no início de Setembro.

Na restante banca, um dia depois do presidente da bolsa nacional se demitiu para ocupar o cargo de vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos, o Banco BPI [BPIN] era o segundo título com maior peso no índice a valorizar 0,33% para os três euros. O Banco Espírito Santo [BESNN] seguia inalterado nos 13,50 euros e o BCP [BCP] – que estava até ontem a descer há três sessões seguia inalterado nos 1,75 euros

A Média Capital também impulsionava o índice com uma valorização de 1,20% para os 4,23 euros. A Impresa também avançava 0,23% para os 4,29 euros. O grupo liderado por Francisco Pinto Balsemão está a preparar o lançamento da versão portuguesa da publicação francesa «Courrier Internacional» e da versão angolana da revista do grupo, «Caras», além da revista masculina britânica «FHM», avançou hoje o Jornal de Negócios.

A Electricidade de Portugal [EDP] contrariava a tendência do índice a perder 0,42% para os 2,36 euros. A eléctrica recebeu comentários positivos de analistas, pelo facto de a Comissão Europeia ter aprovado o fim dos Contratos de Aquisição de Energia. O Commerzbank subiu mesmo a recomendação da eléctrica para de «overweight», com um preço-alvo de 3 euros.

A Brisa [BRISA], apesar de ter recebido a receber recomendações positivas de analistas, desvalorizava 0,16% para os 6,43 euros, com os investidores a aproveitarem para fazer mais valias. A concessionária de auto-estradas, que vinha ontem de uma série de três sessões de ganhos, tem vindo a fixar máximos históricos consecutivos, suportados pelas recomendações positivas de vários analistas.

A Cimpor [CIMP] também perdia 0,24% para os 4,12 euros, bem como a Jerónimo Martins [JMAR] que deslizava 0,46% para os 8,71 euros.

A Sonae [SON] seguia inalterada nos 0,88 euros, depois da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) ter celebrado um protocolo de cooperação com a Sodesa – empresa de energia eléctrica da Sonae e da espanhola Endesa – garantindo preços de electricidade mais baratos do que os agora praticados pela EDP.

A Sonae Indústria, que ontem protagonizou a maior subida da sessão com uma valorização máxima de 8,4%, avançava 1,72% para os 4,15 euros.

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