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Bolsa nacional sobe impulsionada pelos ganhos superiores a 2% da Jerónimo e Galp

A bolsa nacional terminou a sessão em alta, sustentada pelos ganhos superiores a 2% registados pela Jerónimo Martins e pela Galp Energia.

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Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 11 de Maio de 2015 às 16:44
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O PSI-20 subiu 0,61% para 6.147,23 pontos, com nove acções em alta e nove em queda. Entre as congéneres europeias a tendência é maioritariamente de ganhos, num dia em que o sector do retalho foi a estrela devido às notícias de negociações entre a Ahold e a Delhaize. A marcar a sessão esteve também o corte de juros na China e o Eurogrupo, que está a decorrer em Bruxelas e cujo tema principal é a Grécia. 

As acções das retalhistas nacionais estão a acompanhar o sentimento positivo que está a marcar a sessão na Europa, depois de ter sido noticiado que a Ahold, empresa holandesa que controla 49% da Jerónimo Martins Retalho, está em negociações com a belga Delhaize com vista a uma fusão. As acções da Ahold fecharam a subir 5,48% para 18,18 euros e os títulos da Delhaize dispararam 14,52% para 82,90 euros.

 

Já a Jerónimo Martins avançou 2,32% para 13,25 euros, impulsionando desta forma a bolsa nacional.  

 

As acções da Sonae SGPS subiram 1,66% para 1,283 euros, depois de a empresa também ter sido alvo de uma nota de análise por parte do CaixaBI, com a casa de investimento a elevar a recomendação para "comprar" para as acções da empresa liderada por Paulo Azevedo após a empresa apresentar os resultados do primeiro trimestre. A avaliação foi mantida em 1,45 euros e as estimativas para os resultados ficaram inalteradas.

A contribuir para a subida da bolsa esteve também a Galp, que subiu 2,41% para 11,905 euros.

 

Na banca, o BCP perdeu 0,11% para 8,96 cêntimos, no dia em que decorre a assembleia geral de accionistas, cujo objectivo passa pela aprovação das contas do ano passado, a eleição dos órgãos sociais para os próximos três anos e a operação de troca de dívida subordinada por acções, que vai levar o BCP a realizar um aumento de capital no valor máximo de 428 milhões de euros. Esta oferta pública de troca deverá permitir ao banco reforçar o rácio de solidez mais exigente para 10,6%, face aos 9,9% registados no final de Março. 

 

O Banif, que tem estado sob os holofotes devido às negociações para a venda da participação que o Estado detém no banco, terminou o dia a subir 1,43% para 7,1 cêntimos. O presidente executivo do Banif, Jorge Tomé, afirmou esta segunda-feira que a instituição bancária está em "fase acelerada" para que a participação do Estado de 60,5% seja vendida a accionistas de referência, cumprindo assim as exigências de Bruxelas. Esta segunda-feira, 11 de Maio, serão também divulgados os resultados do primeiro trimestre do ano.

 

As acções do BPI fecharam a sessão a subir 0,27% para 1,471 euros.

 

As acções da REN terminaram a sessão a perder 7,07% para 2,694 euros, no dia em que descontaram o dividendo de 17,1 cêntimos que será distribuído pelos accionistas. Excluindo este ajuste técnico, as acções teriam registado uma queda de 1,25%. Esta segunda-feira, 11 de Maio, foi também revelado que a empresa liderada por Rodrigo Costa terminou o primeiro trimestre do ano com um lucro de 39,4 milhões de euros, o que representa um aumento de quase 50% face ao valor verificado no ano passado.

 

A Semapa também descontou hoje o dividendo de 37,5 cêntimos. As acções fecharam o dia a descer 0,26% para 13,195 euros. Excluindo o ajuste técnico, os títulos teriam subido 2,64%.

A penalizar estiveram as acções da PT SGPS, empresa que detém uma participação na Oi, ao perderem 1,67% para 52,9 cêntimos, tendo chegado a negociar nos 52 cêntimos, o que corresponde a um novo mínimo histórico.


(Notícia actualizada às 16h50 com mais informação)

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