Bolsa Bolsa nacional volta aos ganhos apoiada pela EDP e CTT

Bolsa nacional volta aos ganhos apoiada pela EDP e CTT

Após dois dias no vermelho, a praça lisboeta regressou a terreno positivo com uma subida superior a 0,5%, impulsionada pelas subidas da EDP e dos CTT, com ambas as cotadas a somarem perto de 2%.
Bolsa nacional volta aos ganhos apoiada pela EDP e CTT
Miguel Baltazar/Negócios
David Santiago 09 de março de 2016 às 16:43

O PSI-20 encerrou a sessão desta quarta-feira, 9 de Março, a somar 0,55% para 4.887,09 pontos, com 10 cotadas a negociar em alta, seis em queda e uma inalterada, com a praça lisboeta a interromper assim os dois dias seguidos a negociar em terreno negativo.

 

Tal como o principal índice nacional, também as principais bolsas europeias interromperam a toada de duas sessões em queda para valorizarem num dia em que os investidores estão já de olhos postos na reunião desta quinta-feira, 10 de Março, dos governadores do Banco Central Europeu. A instituição liderada por Mario Draghi deverá adoptar novas políticas de estímulo às economias europeias.

 

A EDP destacou-se ao ser a cotada que mais contribuiu para a subida da bolsa nacional ao avançar 1,77% para 2,823 euros. Também os CTT apoiaram a performance da bolsa nacional com uma valorização de 1,76% para 7,733 euros.

 

Ainda em destaque esteve o BPI que apreciou 3,25% para 1,208 euros. Já o BCP encerrou inalterado nos 0,0386 euros.

 

Também a impulsionar o PSI-20 esteve o restante sector energético. A EDP Renováveis cresceu 0,30% para 6,401 euros e a Galp Energia avançou 0,51% para 10,885 euros, com a petrolífera a seguir a tendência de ganhos do petróleo numa altura em que em Londres, o Brent do Mar do Norte, utilizado como valor de referência para as importações nacionais, segue a subir 3,33% para 40,97 dólares por barril.

 

O sector do retalho também transaccionou em alta nesta sessão. A Sonae somou 2,33% para 0,966 euros apesar de esta quarta-feira o Haitong ter cortado a avaliação para as acções da retalhista de 1,45 euros para 1,35 euro. Pelo seu lado, a Jerónimo Martins cresceu 0,33% para 13,68 euros.

 

Nota negativa para a Impresa que afundou 7,93% para 0,36 euros, cotação que representa o valor mais baixo desde 21 de Janeiro de 2013 para o grupo de media, isto numa altura em que a cotada está a ser penalizada em bolsa devido à "despromoção" do PSI-20. No âmbito da remodelação do principal índice nacional que entrará em vigor a 21 de Março, a Impresa deixará de integrar este índice.


(Notícia actualizada às 16:53)




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