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Bolsa nacional volta aos ganhos após correcções

A bolsa nacional seguia a valorizar, depois da queda de mais de 1% na sessão de ontem, impulsionada pelos títulos do BCP e da Sonae. O PSI-20 subia 0,16%, numa sessão em que a Portugal Telecom impede maiores ganhos.

Paulo Moutinho 01 de Março de 2006 às 11:06
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A bolsa nacional seguia a valorizar, depois da queda de mais de 1% na sessão de ontem, impulsionada pelos títulos do BCP e da Sonae. O PSI-20 subia 0,16%, numa sessão em que a Portugal Telecom impede maiores ganhos.

O principal índice nacional [psi20] avançava para os 9.491,61 pontos, numa sessão em que 10 das vinte cotadas do PSI-20 avançavam, sete caíam e três seguiam sem variação. O índice nacional registou no mês de Fevereiro uma valorização de 8,06% e desde o início do ano segue a ganhar mais de 10%, superando as principais praças europeias.

O Banco Comercial Português liderava os ganhos na bolsa nacional. Depois de ontem ter encerrado a sessão a recuar 1,97%, os títulos da instituição liderada por Paulo Teixeira Pinto voltavam hoje ao ganhos, com uma subida de 0,40% para os 2,50 euros.

Nos restantes títulos da banca, o Banco BPI e o BES recuavam 0,43% e 0,66% para os 13,76 euros e 4,50 euros, respectivamente.

A contribuir para os ganhos está também a «holding» de Belmiro de Azevedo. A Sonae SGPS [son] ganhava 0,77% para os1,31 euros no dia em que o «Diário Económico» noticia que a empresa irá lançar a OPA sobre a PT através de uma subsidiária na Holanda, que lhe permitirá poupar mais de 57,5 milhões de euros, uma vez que naquele país as empresas estão isentas do pagamento de imposto selo, mais-valias, dividendos e retenção na fonte dos juros bancários.

A Sonaecom [snc] recuava 0,24% para os 4,21 euros e a Sonae Indústria [soni] ganhava 1,08% para os 7,46 euros, depois de ter renovado o valor mais elevado de sempre ao tocar nos 7,52 euros, durante a negociação de hoje.

A Portugal Telecom [ptc], o alvo da OPA, cotava nos 9,67 euros, a desvalorizar 0,31%. A participada PT Multimédia [ptm] seguia inalterada nos 10,17 euros.

A impedir maiores ganhos no índice nacional está também a Brisa [brisa]. Os títulos da concessionária de auto-estradas recuavam 0,14% para os 7,38 euros.

A Energia de Portugal [edp], que ontem recuou mais de 2%, seguia sem variação nos 2,93 euros. Na edição de hoje, o «Jornal de Negócios» noticia que o Governo definiu uma tranche de 15,3% do capital da EDP como privatizável, de acordo com a proposta da «holding» estatal Parpública que será proposta à Assembleia Geral da eléctrica, marcada para dia 30 de Março. Caso se venha a materializar esta venda, o Governo reduzirá a sua participação na eléctrica de 20,5% para 5,5%.

A sessão de hoje está marcada também por novos máximos de quatro, cinco e seis anos. A Corticeira Amorim [cor] avançava 0,66% para os 1,53 euros, depois de ter renovado o valor mais elevado desde Abril de 1999, e a Cimpor [cimp] ganhava 1,36% para os 5,20 euros, o novo máximo de Maio de 2001. A retalhista Jerónimo Martins [jmar] subia 0,15% para os 13,67 euros, depois de ter renovado o valor mais elevado desde Setembro de 2000, nos 13,69 euros.

No sector dos media, a Impresa [ipr] ganhava 1,57 para os 5,18 euros, depois de ter sido noticiado na imprensa nacional que a SIC será o provável parceiro do Benfica para um canal de TV por cabo. A Cofina [cofi] avançava 1,56% para os 3,26 euros e a Media Capital [mcp] seguia sem variação nos 7,70 euros.

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