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Bolsa segue mista com Brisa a atingir máximos consecutivos

A bolsa nacional seguia pouco alterada, impulsionada pela Portugal Telecom e pela Brisa, que atingiu um novo máximo nos 6,49 euros. A Pararede, que apresentou ontem resultados, corrigia dos ganhos das últimas sessões, mas registava uma liquidez significat

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 22 de Setembro de 2004 às 13:03
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A bolsa nacional seguia pouco alterada, impulsionada pela Portugal Telecom e pela Brisa, que atingiu um novo máximo nos 6,49 euros. A Pararede, que apresentou ontem resultados, corrigia dos ganhos das últimas sessões, mas registava uma liquidez significativa, com mais de quatro milhões de acções negociadas.

O PSI-20 [PSI-20] avançava 0,04% cotando nos 7.343,90 pontos, com quatro acções a subir, dez a cair e seis inalteradas.

A Portugal Telecom [PTC] era o título que mais impulsionava o índice, já que valorizava 0,57% para os 8,79 euros, enquanto a PT Multimédia caía 0,34% para os 17,78 euros. A Brisa [BRISA] - que atingiu hoje o segundo máximo da sessão nos 6,49 euros depois de ter tocado nos máximo nos 6,46 euros logo de manhã - era o segundo maior contributo para a subida do PSI-20.

Já ontem a concessionária de auto-estradas tinha fixado um máximo histórico, beneficiando de recomendações positivas e do fim das portagens nas SCUTS. Segundo um operador estes sucessivos máximos devem-se às recomendações «bastante positivas» que a concessionária tem recebido.

A Cofina [COFI] também impulsionava o índice com uma valorização de 0,31% para os 3,20 euros, bem como a Gescartão [GCT], que avançava 1,38% para os 10,29 euros.

No sector da banca, o Banco Espírito santo [BESNN] e o Banco BPI [BPIN] desvalorizavam 0,37% e 0,99% para os 13,50 euros e três euros, respectivamente, enquanto o Banco Comercial Português [BCP] seguia inalterado nos 1,78 euros. Os analistas do Credit Suisse First Boston cortaram o preço-alvo das acções do BES e do BPI, mantendo o do BCP inalterado. A casa de investimento afirma que ainda assim, os títulos do BCP são caros face ao dos parceiros europeus.

Os principais banqueiros do país estiveram ontem no Ministério das Finanças e, ao contrário do que se pensava, não saíram a manifestar-se contra o anunciado fim dos benefícios fiscais para os Planos de Poupança Reforma e Planos Poupança Educação (PPR/E).

A Electricidade de Portugal [EDP] seguia inalterada nos 2,35 euros. Bruxelas aprovou hoje eliminação dos Contratos de Aquisição de Energia (CAE) e a uma compensação aos produtores portugueses de electricidade, segundo um comunicado da Comissão Europeia, que não revela os valores envolvidos.

A ParaRede [PARA], corrigia dos ganhos das últimas sessões (valorizou cerca de 30% no último mês), com uma queda de 2,56% para os 0,38 euros, e registava uma liquidez elevada com mais de quatro milhões acções negociadas até agora. Ontem esta empresa anunciou que registou o primeiro lucro semestral dos últimos anos e estimou terminar 2004 com um resultado líquido positivo.

A perder seguia a Jerónimo Martins [JMAR], que desvalorizava 1,35% para os 8,76 euros, enquanto a Novabase recuperava, seguindo a subir 1,43% para os 5,69 euros.

A Sonae SGPS [SON] seguia inalterada nos 0,89 euros, enquanto a Sonaecom caía 0,31% para os 3,22 euros.

A Ibersol caía 1,14% para os 4,35 euros. Os resultados desta empresa, que foram ontem anunciados, embora estejam em linha com a tendência do primeiro trimestre, têm um impacto «ligeiramente positivo», consideram os analistas do BPI.

As acções da Compta atingiram hoje uma desvalorização de quase 4%, depois do sistema informático que a empresa desenvolveu para a colocação de professores ter falhado e o Ministério da Educação ter optado pela colocação manual dos professores.

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