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Bolsa volta a negociar em terreno negativo com PT e Galp a perderem mais de 1%

A bolsa nacional voltou a inverter a tendência e negoceia agora em terreno negativo, pressionada essencialmente pelas quedas superiores a 1% da Galp e da PT. O PSI-20 deprecia 0,71% acompanhando as desvalorizações dos congéneres europeus.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 12:08
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A bolsa nacional voltou a inverter a tendência e negoceia agora em terreno negativo, pressionada essencialmente pelas quedas superiores a 1% da Galp e da PT. O PSI-20 deprecia 0,71% acompanhando as desvalorizações dos congéneres europeus.

O principal índices da bolsa nacional (PSI-20) cota nos 6.112,42 pontos com 14 acções em queda, cinco a subir e uma inalterada. As bolsas europeias também negoceiam em queda penalizadas pelo facto da economia britânica ter contraído mais do que o esperado.

Por cá, a Portugal Telecom é o título que mais contribui para a queda do PSI-20 com uma desvalorização de 1,22% para os 5,69 euros no dia em que realiza a sua assembleia geral (AG) de accionistas.

No restante sector, a Sonaecom e a Zon perdem 0,33% para os 1,49 euros e 1,65% para os 3,88 euros, respectivamente.

A pressionar está também a Galp Energia que escorrega 1,42% para os 9,04 euros. Nesta área, a EDP também cai 0,66% para os 2,58 euros enquanto a EDP Renováveis desliza 0,87% para os 6,13 euros. A REN deprecia 0,38% para os 3,14 euros.

Também o BCP pressiona a bolsa com uma desvalorização de 0,80% para os 0,62 euros. Na restante banca, o BPI escorrega 0,06% para os 1,57 euros enquanto o BES recupera parte das fortes quedas de ontem, no dia em que os direitos corrigem das desvalorizações da sessão anterior.

Os direitos de subscrição de acções do aumento de capital do Banco Espírito Santo seguem hoje a negociar com fortes ganhos depois de terem acumulado uma desvalorização de 41% nas últimas três sessões. Este comportamento impulsionou as acções que já valorizaram de 4% recuperando do mínimo de 1996 alcançado ontem. A esta altura, os títulos do banco presidido por Ricardo Salgado avançam 1,81% para os 2,82 euros.

O BPI Equity Research reduziu em mais de 18% o preço-alvo para as acções da Jerónimo Martins. A nova avaliação é de 4,90 euros, com uma recomendação de “compra”. As acções caem 1,70% para os 3,64 euros.

Do lado dos ganhos de sublinhar ainda a Brisa e a Mota-Engil que sobem 0,57% para os 5,13 euros e 0,77% para os 2,36 euros, respectivamente

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