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Ao minuto10.06.2021

Europa mista com Stoxx 600 num novo recorde. Petróleo continua a subir

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Negócios 10 de Junho de 2021 às 17:27
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10.06.2021

Europa mista com Stoxx 600 a chegar a novo recorde

As bolsas europeias encerraram em terreno misto, maioritariamente no vermelho, sem oscilações de relevo, com os títulos defensivos a subirem depois de o BCE ter revisto em alta a sua estimativa para a inflação e de ter sido publicado um relatório nos EUA dando conta de um aumento acima do esperado do índice de preços no consumidor – que deixa antever que a Fed não reduza os estímulos este ano.

 

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da região estabeleceu um novo máximo histórico, pela quinta sessão consecutiva.

 

O Stoxx 600 encerrou a somar 0,086%, para 454,83 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão chegou a negociar nos 455,76 pontos, um máximo de sempre.

 

A animar estiveram sobretudo os títulos defensivos, depois de o BCE ter revisto em alta os níveis de inflação e de ter sido publicado um relatório nos EUA dando conta de um aumento acima do esperado do índice de preços no consumidor.

 

Entre os títulos defensivos, os das telecomunicações destacaram-se com uma subida de 1,2%, sustentadas também pela compra de 12% da British Telecom pela Altice UK.

 

Já as cotadas dos cuidados de saúde ganharam 1%, animadas pelas subidas das faramcêuticas de elevada capitalização bolsista.

 

Pela negativa esteve o setor das viagens e lazer (-1,3%), pressionado sobretudo pela EasyJet e pela Carnival.

 

Também os segmentos do retalho (-0,9%) e dos serviços e produtos de consumo (-0,8%) cederam terreno.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cedeu 0,1%, o italiano FTSEMIB recuou 0,4%, o francês CAC-40 perdeu 0,3% e o espanhol IBEX 35 deslizou 0,2%. Nos ganhos, o britânico FTSE 100 avançou 0,1% – e em Amesterdão o AEX subiu 0,4%.

 

10.06.2021

Euro cede terreno face ao dólar em dia de BCE e inflação nos EUA

A moeda única europeia perde algum terreno perante a nota verde num dia marcado pela reunião do BCE e pela divulgação dos dados da inflação nos EUA em maio. 

A subida da inflação nos Estados Unidos tem condicionado os mercados, com receios de que a Fed possa alterar a política monetária e antecipar uma subida das taxas diretoras para fazer face ao aumento dos preços.

O euro cede 0,16% para os 1,2161 dólares.

10.06.2021

Juros recuam na europa

Os juros da dívida europeia aliviavam durante a tarde de quinta-feira com a notícia de que o BCE pretende manter as taxas de juro em níveis reduzidos e a garantia de que o programa de compra de ativos continuará a um ritmo elevado.

Na Alemanha, os juros da dívida caíam 0,5 pontos base para os -0,251%, enquanto em Itália recuavam 2,8 p.b para os 0,800%.

Em Portugal os juros da dívida pública cotavam esta tarde menos 0,6 p.b. do que na quarta-feira a 0,391%, e Espanha acompanhava com a taxa a recuar 0,7 p.b para os 0,392%.

Os analistas acreditam que no comportamento das taxas de juro pesem sobretudo as decisões do BCE que pretende manter o programa de apoios e as taxas de juro a níveis controlados, ao mesmo tempo que a inflação americana se mostrou acima do esperado, dando indícios de uma forte recuperação económica do bloco americano.

10.06.2021

Inflação acima do esperado alimenta dólar

O dólar estava esta tarde a ganhar terreno face ao euro à boleia dos dados da inflação americana.

A moeda única europeia perdia assim 0,36% e atingia a marca dos 1,2173 dólares.

Para o comportamento do euro contribuem sobretudo os dados apresentados esta quinta-feira referentes à inflação americana que foi superior ao esperado (5%) e alavancou o preço do dólar.

O BCE, por seu turno, indicou hoje que irám manter a um ritmo elevado o programa de compra de ativos.

10.06.2021

Ouro recupera de queda matinal

O metal precioso contrariou a tendência apresentada esta manhã e ganhava valor durante a tarde à boleia da inflação observada nos Estados Unidos.

O preço da onça de ouro cotava esta tarde nos 1.890,90 dólares, mais 0,12% do que o valor de fecho de quarta-feira.

Os analistas acreditam que o preço do ouro tenha sido alavancado pelos dados da inflação americana entretanto divulgados e superiores ao esperado. Estes dados causaram uma queda das taxas de juro da dívida soberana que, por sua vez, levou os investidores a procurar o metal precioso.

10.06.2021

Petróleo sobe com dados nos EUA e perspetiva de aumento da procura

O "ouro negro" prossegue o movimento de subida, animado pela retoma da procura pela matéria-prima e pelas renovadas perspetivas otimistas para o consumo, nomeadamete por parte da OPEP, além dos dados provenientes dos EUA.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a somar 0,41% para 70,25 dólares por barril, em máximos de outubro de 2018.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,43% para 72,53 dólares, níveis de maio de 2019.

 

O número de norte-americanos que na semana passada pediu pela primeira vez subsídio de desemprego caiu para o mais baixo nível de quase 15 meses, ao passo que a inflação nos EUA aumentou em maio, numa altura em que a diminuição das tensões pandémicas sobre a economia continua a impulsionar a procura doméstica.

 

"Os recentes dados do mercado laboral nos EUA são um sinal positivo de que a retoma está a acelerar no país", comentou à Reuters uma analista da Rystad Energy, Louise Dickson.

 

"Mais atividade empresarial significa mais consumo de energia – e uma economia mais robusta é um prerequisito necessário para que o tráfego rodoviário e aéreo aumente", acrescentou.

 

Foi também hoje revelado que o índice de preços no consumidor aumentou 0,6% em maio, nos EUA, depois de subir 0,8% em abril – que tinha sido o maior pulo desde junho de 2009.

 

"A nossa convicção é a de que a Fed não irá reduzir os estímulos este ano e que o aumento da inflação poderá tornar o petróleo um veículo de investimento atrativo contra as pressões inflacionistas de curto prazo", refere Tamas Varga, analista da PVM Oil Associates, à Reuters.

 

A animar os preços continuam também os sinais de uma forte procura nas economias do ocidente e o facto de os stocks norte-americanos de crude terem diminuído em 5,24 milhões de barris na semana passada.

 

Além disso, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) aponta para uma aceleração da retoma da procura por crude na segunda metade do ano. No relatório mensal hoje divulgado, a OPEP confirmou assim as suas previsões para 2021 de aumento da procura mundial em seis milhões de barris por dia, para 96,58 milhões de barris diários.

10.06.2021

Wall Street abre em recordes

Os índices do outro lado do Atlântico arrancaram em terreno positivo a sessão desta quinta-feira, após ser revelado que os preços no consumidor nos EUA subiram 0,6% em maio, o maior incremento desde 2009, e colocando a variação homóloga em 5%. O mercado antecipava uma subida mensal de 0,5%. Este aumento do IPC deixa antever que a Fed não reduza este ano os estímulos.

Excluindo os preços da energia e alimentos, a inflação "core" cifrou-se em 3,8%, no limite superior das previsões. Foram também divulgados os pedidos iniciais de subsídio de desemprego na semana passada, que se situaram em 376 mil, seis mil acima do esperado - mas o menor valor desde o início da pandemia, o que também animou o mercado.

O Dow Jones avança 0,73%, para 34.699,48 pontos, enquanto o S&P 500 sobe 0,62%, para 4.245,61 pontos. O Nasdaq Composite ganha 0,45%, para os 13.974,59 pontos.

O S&P 500 tocou os 4.245,94 pontos, um máximo histórico, enquanto o Nasdaq superou os 14 mil pontos pela primeira vez desde finais de abril.

10.06.2021

Europa segue no vermelho após anúncio do BCE

A maioria das praças europeias seguia em terreno negativo após o BCE ter anunciado que mantinha as taxas diretoras, o que era esperado, e que iria manter a um ritmo elevado a compra de ativos.

As quedas no velho continente oscilavam entre os -0,57% de Milão e os -0,09% de Frankfurt. Lisboa era das praças menos penalizada, com o PSI-20 a deslizar 0,11%. Em alta seguia Londres, com um ganho de 0,14%. Amesterdão e Atenas também apresentavam subidas, sendo que no caso da bolsa helénica o ganho ascendia a 0,73%.

Já os juros da dívida soberana dos países europeus agravavam-se, com as yields que mais subiam a ser as de Espanha e Portugal. As taxas para a dívida a 10 anos subiam 1,7 pontos base em ambos os países, para os 0,416% e 0,415%, respetivamente.

No PSI-20, a Nos ganhava 2,57%, beneficiando do sentimento positivo no setor das telecomunicações após a compra de 12,1% da British Telecom pela Altice. Os CTT subiam 1,51% para níveis máximos desde novembro de 2017 e o BCP valorizava 1,09%, ajudado pela revisão em alta da recomendação e preço-alvo do Bank Millenium, a sua sucursal na Polónia. Já a penalizar o índice estava o grupo EDP, com a EDPR a ceder 3,00% e a EDP a perder 0,68%.

10.06.2021

Ouro e prata recuam

Os preços do ouro e prata seguem em queda esta quinta-feira mas a maior queda regista-se na cotação do cobre.

O metal amarelo cede 0,45%, para os 1.880,09 dólares por onça, enquanto a prata recua 0,81%, para os 27,78 dólares por onça. Também a platina está em queda, com uma descida de 0,87%, para os 1.143,18 dólares por onça.

Nos metais industriais, o cobre perde 1,81%, transacionando nos 444,90 dólares por libra.

10.06.2021

Juros aliviam na Europa de olhos postos em Lagarde

Os juros da dívida soberana na Zona Euro seguem a aliviar num dia em que as atenções estão focadas na reunião do BCE, embora os analistas considerem que a instituição liderada por Christine Lagarde tem pouca margem de manobra.

Os juros a 10 anos da dívida portuguesa recuavam 0,4 pontos base, para 0,396%, uma tendência comum às registadas nas yields para a mesma maturidade na dívida de Espanha, Itália e Grécia, com quedas de 0,5, 0,4 e 0,4 pontos base, respetivamente. 

Já as "bunds" alemãs, de referência na Europa, seguiam praticamente inalteradas nos -0,245%.

10.06.2021

Petróleo recua com aumento de reservas dos EUA

O petróleo segue em queda de ambos os lados do Atlântico após ontem ter sido revelado que as reservas de gasolina dos EUA registaram a maior subida semanal desde abril de 2010.

O aumento dos "stocks" de combustível abalaram o otimismo recente sobre a procura que levou aos recentes máximos desde 2018 nos preços do crude.

O barril de West Texas Intermediate (WTI) para entrega em julho recua 0,6%, para os 69,52 dólares, enquanto o Brent para entrega em agosto cai igualmente 0,6%, cotando nos 71,78 dólares.

10.06.2021

Europa estável a aguardar por BCE e inflação nos EUA

As principais bolsas europeias seguiam pouco inalteradas no início da sessão de hoje, num dia marcado pela reunião do Banco Central Europeu (BCE) e pela divulgação dos dados da inflação nos Estados Unidos.

O Stoxx 600 avança 0,1%, com os setores mineiro e de saúde a liderarem os ganhos. Nas telecomunicações, a compra de 12% da British Telecom pela Altice também anima as cotadas do setor.

Os índices europeus têm marcado sucessivos máximos e mantêm-se hoje em torno desses níveis.

Entre as principais praças europeias o cenário dividia-se, com Londres e Madrid em alta, enquanto Frankfurt, Paris e Milão no vermelho.

10.06.2021

Bolsas asiáticas fecham positivas

As principais praças asiáticas encerraram positivas, animadas pelas negociações entre os EUA e a China.

Em Tóquio, o Nikkei ganhou 0,34%, mas o índice alargado Topix deslizou 0,02%.

Já o Hang Seng, da bolsa de Hong Kong, subiu 0,02%.

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