Bolsa Bolsas dos EUA arrancam semana em alta

Bolsas dos EUA arrancam semana em alta

Os principais índices norte-americanos iniciaram em alta a primeira sessão da semana, antes do encontro entre Trump e Xi Jinping e as contas das empresas do primeiro trimestre.
Bolsas dos EUA arrancam semana em alta
reuters
Rita Faria 03 de abril de 2017 às 14:41

Os principais índices norte-americanos abriram em alta ligeira na primeira sessão da semana, depois das perdas registadas na passada sexta-feira. Isto numa altura em que o mercado aguarda pela apresentação de resultados das empresas relativos ao primeiro trimestre de 2017 e pelo encontro entre Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping.

 

O índice industrial Dow Jones ganha 0,13% para 20.690,39 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq sobe 0,16% para 5.920,90 pontos. Já o S&P500 segue pouco alterado, com um avanço de 0,01% para 2.362,87 pontos.

 

Num comentário publicado no Twitter, na passada quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos antecipou que o encontro com o seu homólogo chinês, que arranca em Mar-a-Lago no dia 6 de Abril, vai ser "muito difícil" na medida em que o país não pode continuar numa situação de défices comerciais e perda de empregos.

 

Em destaque na sessão de hoje está a Tesla, que ganha 2,63% para 285,61 dólares, depois de ter revelado, no domingo, que vendeu 25 mil carros eléctricos nos primeiros três meses de 2017, uma subida de 69% face ao mesmo período do ano passado.

 

De acordo com as estimativas da Thomson Reuters I/B/E/S, os lucros das empresas do S&P500 terão aumentado 10% no período entre Janeiro e Março, face aos primeiros três meses de 2016.  

 

Além de dados sobre a indústria e os gastos na construção, o mercado vai estar atento, esta segunda-feira, aos discursos de responsáveis da Fed, incluindo o presidente da Fed de Nova Iorque, William Dudley, dois dias antes de serem divulgadas as actas da última reunião da autoridade monetária.

 

Recorde-se que, nessa reunião, a 14 e 15 de Março, a Reserva Federal voltou a subir os juros para o intervalo entre 0,75% e 1% e deu indicação de que o cenário mais provável seria existirem mais duas subidas até ao final do ano. 




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