Bolsa Bolsas dos EUA arrancam semana em alta com investidores de olho nas contas das empresas

Bolsas dos EUA arrancam semana em alta com investidores de olho nas contas das empresas

As bolsas dos Estados Unidos estão a negociar em terreno positivo, com o mercado a olhar para as contas trimestrais das empresas e confiante de que o ataque na Síria não vai agravar o conflito.
Bolsas dos EUA arrancam semana em alta com investidores de olho nas contas das empresas
Bloomberg
Rita Faria 16 de abril de 2018 às 14:43

Os principais índices norte-americanos abriram em alta esta segunda-feira, 16 de Abril, com os investidores confiantes que o ataque realizado no sábado pelos Estados Unidos, França e Reino Unido na Síria não vai escalar para um conflito mais amplo.

 

O índice industrial Dow Jones ganha 0,76% para 24.545,09 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq soma 0,53% para 7.144,01 pontos. Já o S&P500 valoriza 0,56% para 2.670,21 pontos.

 

O foco dos investidores está novamente na divulgação dos resultados do primeiro trimestre do ano, que prossegue hoje com empresas como o Bank of America e a Netflix.

 

Enquanto a empresa de streaming apresenta as suas contas após o fecho dos mercados, os números do Bank of American foram conhecidos antes da abertura, com o banco a revelar que, excluindo itens extraordinários, os seus lucros foram de 6,92 mil milhões de dólares (5.595 milhões de euros) no primeiro trimestre, ou 62 cêntimos por acção, o que representa uma subida de 30,2%, em termos homólogos, e um máximo histórico.

 

As acções do Bank of America valorizam 0,30% para 29,90 dólares enquanto o Netflix ganha 0,95% para 314,61 dólares.

 

A época de apresentação de contas arrancou na passada sexta-feira com o JPMorgan, Wells Fargo e Citigroup, cujos números não foram suficientes para animar os investidores.

 

Os analistas da Reuters esperam que os lucros das empresas do S&P500 tenham aumentado 18,6% no primeiro trimestre, a maior subida em sete anos. No entanto, muitos defendem que a reacção do mercado não será expressiva, visto que já estará descontado o efeito positivo da redução de impostos, que impulsionou o rally de 2017 e início de 2018.




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