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Bolsas americanas fecham mistas com tecnológicas a anular subida do petróleo

As bolsas norte-americanas fecharam mistas, com a Intel e a Microsoft a anularem os efeitos negativos dos resultados da Motorola e da JP Morgan, bem como de nova escalada dos preços do petróleo. O Dow Jones desceu 0,11% e o Nasdaq valorizou 0,52%.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 20 de Outubro de 2004 às 21:26
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As bolsas norte-americanas fecharam mistas, com a Intel e a Microsoft a anularem os efeitos negativos dos resultados da Motorola e da JP Morgan, bem como de nova escalada dos preços do petróleo. O Dow Jones desceu 0,11% e o Nasdaq valorizou 0,52%.

O Nasdaq fechou a valer 1.932,97 pontos e o Dow Jones terminou nos 9.886,93 pontos.

Os preços do petróleo voltaram a subir, pressionando os índices, depois das reservas de combustíveis destilados dos EUA terem descido mais que o previsto. O crude voltou a superar a barreira dos 55 dólares e o «brent» avançou 3,59% até aos 50,52 dólares

A Motorola recuou 7,84% depois de ter anunciado que as vendas para o quarto trimestre vão ficar aquém do esperado pelos analistas e que a sua quota de mercado desceu no terceiro trimestre. As vendas devem variar entre 9,3 mil milhões e 9,6 mi milhões de dólares. Os analistas consultados pela Thomson Financial esperavam receitas de 9.52 mil milhões de dólares.

A JP Morgan recuava 1,92%, depois de ter anunciado que os resultados líquidos do terceiro trimestre desceram 13%, falhando as previsões dos analistas, devido aos custos relacionados com a aquisição do Bank One. As quedas estenderam-se ao restante sector financeiro, com o Citigroup a recuar 0,69%

As acções da Pfizer, maior farmacêutica do mundo, desvalorizaram 2,41%, com a empresa a anunciar que os lucros aumentaram 49% no terceiro trimestre, mas as receitas registaram o menor aumento em dois anos.

A impulsionar o Nasdaq esteve a Intel, com uma subida de 3,13%, depois de uma empresa que fabrica «chips», a SigmaTel, ter reportado resultados acima das previsões. A Microsoft valorizou 1,84% e a Lucent somou 2,96%, depois de ter anunciado o primeiro lucro anual desde 2000.

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