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Bolsas dos EUA disparam mais de 6% na última hora de negociação

As principais praças norte-americanas viveram uma subida desenfreada na última hora de negociação, a registarem os ganhos mais acentuados de mais de duas semanas, com os investidores a não deixarem escapar os títulos energéticos mais baratos. As acções do ramo imobiliário também ganharam terreno, depois de a CB Richard Ellis ter realizado um aumento de capital através da venda de acções.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 13 de Novembro de 2008 às 21:43
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As principais praças norte-americanas viveram uma subida desenfreada na última hora de negociação, a registarem os ganhos mais acentuados de mais de duas semanas, com os investidores a não deixarem escapar os títulos energéticos mais baratos. As acções do ramo imobiliário também ganharam terreno, depois de a CB Richard Ellis ter realizado um aumento de capital através da venda de acções.

O Dow Jones encerrou a valorizar 6,67%, fixando-se nos 8.835,25 pontos.

O S&P 500 fechou a subir 6,92%, para 911,29 pontos. O Standard & Poor’s 500 oscilou ao longo do dia entre ganhos e perdas pelo menos 38 vezes, tendo chegado mesmo a cair para o nível mais baixo desde Março de 2003, aquando do início da guerra no Iraque, nos 839,80 pontos. Na última hora de negociação, subiu mais de 6%.

O índice tecnológico Nasdaq terminou em alta de 6,50%, para 1.596,70 pontos.

A Exxon Mobil e a Chevron lideraram os ganhos dos 40 produtores de energia listados no Standard & Poor’s 500 e contribuíram para ajudar o Dow Jones a recuperar de uma queda que chegou a ser de 317 pontos.

A CB Richard Ellis, maior fornecedora mundial de serviços comerciais ligados ao mercado imobiliário, disparou 44%, naquele que foi o ganho mais pronunciado desde que entrou em bolsa, em 1994.

“Esta é, claramente, a melhor oportunidade de compras desde há muito tempo”, comentou à Bloomberg um gestor da Becker Capital Management, Robert Schaeffer. “Ainda assim, a volatilidade e magnitude da tendência de queda chocou e assustou muitas pessoas”, acrescentou.

Os três declínios consecutivos do S&P 500 antes da sessão de hoje colocaram o índice 35% abaixo da sua média dos últimos 200 dias. Segundo a Bloomberg, foi apenas a segunda vez que isto aconteceu desde a Grande Depressão. Com efeito, a única vez que tinha sucedido foi um dia antes do S&P 500 subir 12%, a 13 de Outubro – quando registou a maior subida desde 1939.

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