Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Bolsas norte-americanas encerram em terreno misto (act.)

As bolsas norte-americanas encerraram hoje em terreno misto, com o sector petrolífero a impulsionar, depois de sexta-feira ter sido atingido o maior ganho semanal do crude em cinco anos. O Dow Jones ganhou 0,11%, enquanto o Nasdaq desvalorizou 0,34%.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 20 de Dezembro de 2004 às 21:20
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

As bolsas norte-americanas encerraram hoje em terreno misto, com o sector petrolífero a impulsionar, depois de sexta-feira ter sido atingido o maior ganho semanal do crude em cinco anos. O Dow Jones ganhou 0,11%, enquanto o Nasdaq desvalorizou 0,34%.

O Dow Jones [indu] encerrou a ganhar 0,11%, para 10.661,60 pontos, enquanto o Nasdaq [ccmp] fechou a perder 0,34%, para 2.127,85 pontos.

O índice que mede os principais indicadores económicos dos EUA, elaborado pelo instituto privado norte-americano Conference Board, aumentou 0,2% em Novembro – interrompendo uma série de cinco meses consecutivos de quedas – um ganho que poderá ser, no entanto, demasiado pequeno para prevenir a desaceleração da expansão económica para o próximo ano.

A aumento verificado em Novembro no índice monitorizado pelo Conference Board – que perspectiva como irá desenvolver-se a maior economia dos EUA nos próximos três a seis meses – segue-se a cinco meses consecutivos de quedas, nomeadamente o declínio de 0,4% registado em Outubro. O índice estava em queda desde Junho.

A Exxon Mobil apreciou 2,61%, para 51,10 dólares (38,33 euros), favorecida pelo preço do petróleo nos mercados internacionais. Apesar de ter desvalorizado hoje, o preço do petróleo ganhou 14% entre segunda e sexta-feira passadas, o maior ganho semanal de há cinco anos.

A Intel caiu 0,31%, para 22,70 dólares (17,02 euros), depois de um analista da JPMorgan ter revisto em alta a previsão de lucros por acção da maior fabricante mundial de semicondutores, em 9%, para 1,09 dólares (0,81 euros), justificando a alteração pela estimativa de crescimento da procura de computadores.

A rival Texas Instruments cedeu 0,26%, para 23,38 dólares (17,53 euros).

A Motorola, segunda maior fabricante de telemóveis do mundo, resvalou 0,35%, para 16,94 dólares (12,70 euros), depois da Nokia, a maior do ranking, ter reiterado a sua previsão de crescimento de 10% nas vendas mundiais em 2005.

A farmacêutica Pfizer recuou 5,44%, para 24,35 dólares (18,26 euros). As acções do maior grupo de farmácia do mundo tiveram o seu maior recuo desde Outubro de 1987, nas últimas três sessões, na altura em que a companhia ter dito que o analgésico Celebrex poderá duplicar o risco de ataque cardíaco, num estudo divulgado na semana passada. O Credit Suisse First Boston reduziu a estimativa de preço a 12 meses de 28 dólares para 24 dólares.

A rival Merck declinou 0,41%, para 31,46 dólares (23,60 euros).

Já a Wal-Mart ganhou 0,31%, para 52,18 dólares (39,14 euros), depois da maior retalhista mundial ter anunciado que as vendas realizadas nos EUA em Dezembro estão a crescer dentro do previsto entre 1% e 3%.

Ver comentários
Outras Notícias