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Bolsas norte-americanas seguem em alta com dado positivo nos EUA

As bolsas norte-americanas seguiam em alta impulsionadas pela divulgação do aumento inesperado dos postos de trabalho no mês de Julho e pelo anuncio de que a Reserva Federal (Fed) norte-americana vai estender o prazo de acesso directo dos bancos ao financiamento. O Dow Jones avançava 1,02% e o Nasdaq ganhava 0,46%.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 30 de Julho de 2008 às 15:02
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As bolsas norte-americanas seguiam em alta impulsionadas pela divulgação do aumento inesperado dos postos de trabalho no mês de Julho e pelo anuncio de que a Reserva Federal (Fed) norte-americana vai estender o prazo de acesso directo dos bancos ao financiamento. O Dow Jones avançava 1,02% e o Nasdaq ganhava 0,46%.

O índice industrial seguia a negociar nos 11.513,91 pontos e tecnológico nos 2.330,27 pontos.

Foi hoje divulgado que as empresas norte-americanas aumentaram os seus postos de trabalho em cerca de 9 mil lugares no mês de Junho, de acordo com o estudo do ADP citado pela Bloomberg.

“A visão do emprego saiu bem melhor que o esperado” anunciou Lawrence Creatura da Clover Capital Management citado pela agência noticiosa norte-americana.

Creatura acrescentou que “é muito difícil para a economia cair se as pessoas continuarem a ter empregos. Para o mercado de capitais pode significar que alguns sectores que estavam deprimidos devido à antecipação do enfraquecimento do consumo” poderão agora recuperar.

A Visa e a Walt-Disney, que apresentam hoje resultados, seguiam a negociar em alta. A empresa de cartões de crédito avançava 2,30% para os 77,72 dólares e a companhia de entretenimento ganhava quase 1% para os 31,21 dólares.

Também a contribuir para os ganhos dos índices norte-americanos está o sector financeiro que seguia a beneficiar da divulgação de que a Reserva Federal (Fed) vai estender até dia 30 de Janeiro de 2009 o acesso directo dos bancos ao financiamento. Esta medida deve-se “à continuação das frágeis circunstâncias dos mercados financeiros”.

O sector financeiro seguia assim a reagir, com o Citigroup a valorizar 3,85% para os 19,16 dólares e com a JPMorgan a ganhar 2,53% para os 41,78 dólares. A Merrill Lynch e o Bank of America seguiam a ganhar mais de 5% para os 27,70 dólares e os 33,83 dólares respectivamente.

A impulsionar a negociação está ainda a queda dos preços do petróleo, que seguia a negociar na casa nos 121 dólares em Nova Iorque. O sector automóvel e as companhias aéreas eram os sectores que mais beneficiavam com a desvalorização da matéria-prima.

A Continental Airlines seguia a ganhar quase 5% para os 14,91 dólares e a General Motors ganhava 5,71% para os 12,58 dólares.

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