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Bolsas norte-americanas sobem depois de dois dias a registar perdas

As principais praças norte-americanas registam ganhos numa altura em que os investidores aguardam pela divulgação das minutas da Reserva Federal.

Bloomberg
David Santiago dsantiago@negocios.pt 09 de Julho de 2014 às 14:48

O índice Dow Jones iniciou a sessão a ganhar 0,31% para 16.958,7 pontos, acompanhado pelo Nasdaq que abriu a subir 0,38% para 4.408,24 pontos. Também o Standard & Poor’s 500 começou o dia a avançar 0,3% para 1.968,93 pontos.

 

Após uma semana em que o Dow Jones e o S&P500 registaram novos máximos históricos, esta semana tem sido de perdas nas principais bolsas dos Estados Unidos devido aos receios face a uma "retracção severa" nos mercados bolsistas.

 

Esta terça-feira os principais índices assinalaram perdas com os investidores a demonstrarem receio face à possibilidade de a seguir aos fortes ganhos se verificar um período de desvalorizações.

 

Esta quarta-feira serão divulgadas às 19h em Lisboa as minutas da Fed relativas às reuniões dos dias 17 e 18 de Junho. Nos últimos cinco meses a Reserva Federal reduziu a compra mensal de obrigações em 190 mil milhões de dólares, tendência que se deverá repetir.

 

Também a influenciar as negociações bolsistas ao longo das próximas sessões deverá estar a publicação dos resultados trimestrais das empresas do índice S&P500, entre as quais o Citigroup, o Goldman Sachs e o JPMorgan Chase.

 

De acordo com as estimativas da Bloomberg, os lucros das empresas deste índice deverão ter crescido 5% no segundo trimestre deste ano, enquanto as vendas devem registar um avanço de 3%. Ainda assim as previsões denotam uma revisão em baixa às estimativas divulgadas pela Bloomberg em Abril.

 

A American  Airlines está a subir 3,08% para 41,50 dólares após a operadora aérea ter revelado que verificou um grande aumento da procura em termos globais.

 

Entre as tecnológicas o destaque pela negativa vai para a Gigamon a cair 30,86% para 12,57 dólares depois de a empresa ter reportado receitas trimestrais na ordem dos 35 milhões de dólares. Este registo fica abaixo das previsões anteriores da empresa, que apontavam para os 42 milhões de dólares, e dos analistas que previam receitas de 40,3 milhões.

 

O "tiro de partida" da época de resultados foi dado pela Alcoa na terça-feira, 8 de Julho. A empresa revelou que o lucro por acção (excluindo custos de reestruturação e itens extraordinários) foi de 18 cêntimos, quando a estimativa dos analistas apontava para 12 cêntimos. Já as vendas ascenderam a 5,84 mil milhões de dólares, contra uma projecção de 5,65 mil milhões por parte dos analistas. As acções estão a reflectir estes números ao subirem 3,91% para 15,43 dólares.

 

(Notícia actualizada às 14h51 com mais informação)

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