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Bolsas nos EUA sobem com optimismo na economia e nas empresas

As praças norte-americanas seguiam a valorizar, com os investidores a acreditarem que o crescimento da economia dos EUA e dos lucros das empresas é suficientemente forte para suportar mais aumentos de juros por parte da Reserva Federal. O Dow Jones seguia

Paulo Moutinho 28 de Junho de 2006 às 15:12
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As praças norte-americanas seguiam a valorizar, com os investidores a acreditarem que o crescimento da economia dos EUA e dos lucros das empresas é suficientemente forte para suportar mais aumentos de juros por parte da Reserva Federal. O Dow Jones seguia a ganhar 0,2% e o Nasdaq valorizava 0,03%.

Os membros da Reserva Federal norte-americana vão hoje iniciar uma reunião de dois dias para discutirem a política monetária a seguir pela maior economia do Mundo. A conclusão desta reunião deverá ser a de aumentar a taxa de juro de referência pela décima sétima vez consecutiva, desde 2004, para os 5,25%, de acordo com os economistas consultados pela agência Bloomberg.

«Mais importante do que o que a Fed faz é o que a Fed diz sobre o futuro da política monetária», afirmou Eric Thorne da Bryn Mawr, acrescentando que «quaisquer comentários que indiciem que o ciclo de aumento dos juros está a chegar ao fim será uma tremenda ajuda para os mercados accionistas».

Esta perspectiva de que a Fed poderá, após o aumento de amanhã, vir a não subir novamente o preço do dinheiro em breve, juntamente com o facto dos investidores acreditarem que crescimento da economia dos EUA e dos lucros das empresas é suficientemente forte para suportar mais aumentos de juros por parte da Reserva Federal levava o índice industrial Dow Jones [indu] a subir para os 10.946,03 pontos e o Nasdaq [ccmp] a valorizar para os 2.100,86 pontos.

Entre as cotadas que mais se destacam estão os títulos do Wells Fargo, o quinto maior banco dos EUA, que valorizava 1,03% para os 65,81 dólares, depois da administração da instituição ter anunciado que aprovou um «stock-split» de duas acções por cada uma e um aumento de 7,7% no dividendo trimestral a atribuir aos seus accionistas.

Também a subir estava a General Motors, que ganhava 1,16% para os 26,20 dólares, depois de ontem ter registado uma forte queda de mais de 6%.

Em sentido inverso estavam os títulos da Nike que caíam 3,25% para os 80,91 dólares, depois da fabricante de artigos desportivos ter anunciado que os resultados do ano fiscal terminado em Maio subiram 15%, embora tenha registado uma queda de 5% nos resultados do último trimestre.

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