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Brasil volta a animar preço-alvo da Galp Energia

Duas casas de investimento atribuem "targets" superiores a 20 euros por acção.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 11 de Julho de 2011 às 08:00
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Na última semana cinco casas de investimento reviram em alta a avaliação da Galp Energia, elevando o preço-alvo médio da petrolífera para 17,85 euros por acção.

Este valor, que atribui à empresa um potencial de valorização de 12% face à cotação de fecho da passada sexta-feira (€15,99), representa uma subida de 1,72 euros face ao preço-alvo que a petrolífera tinha no início do ano, período durante o qual 14 casas de investimento alteraram a avaliação da empresa.

Só na última semana, cinco bancos de investimento reviram em alta o preço-alvo da Galp Energia, sendo o último deles o Goldman Sachs. O banco de investimento norte-americano subiu o "target" da petrolífera de 18,80 para 20,70 euros, após terem sido actualizadas as estimativas de recursos do bloco BMS-11, no Brasil.

Além do Goldman Sachs, também o Bank of America atribui à Galp Energia um preço-alvo superior a 20 euros por acção. Após serem revistas em alta as "estimativas de reservas e recursos para os Lula, Cernambi e Iara no pré-sal da bacia de Santos", o banco subiu a avaliação de 20 para 23 euros e é, actualmente, o que atribui o preço-alvo mais elevado à Galp Energia.

O Credit Suisse, Barclays Capital e o Macquarie também reviram em alta o preço-alvo da Galp Energia para 17,60 euros, 19 euros e 19,50 euros, respectivamente. As cinco casas de investimento atribuem à empresa liderada por Ferreira de Oliveira uma recomendação de "comprar".

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