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Brisa sobe mais de 2% e impulsiona Bolsa (act.)

A bolsa nacional encerrou a subir impulsionada pelos ganhos da Brisa, do BPI e da Sonae SGPS. O PSI-20 apreciou 0,45%, acima dos 7.600 pontos, num dia em que a ParaRede subiu mais de 7% com um volume negociado acima da média dos últimos seis meses.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 02 de Agosto de 2005 às 16:58

A bolsa nacional encerrou a subir impulsionada pelos ganhos da Brisa, do BPI e da Sonae SGPS. O PSI-20 apreciou 0,45%, acima dos 7.600 pontos, num dia em que a ParaRede subiu mais de 7% com um volume negociado acima da média dos últimos seis meses.

O PSI-20 valorizou para os 7.622,20 pontos, no dia em que os títulos com maior peso no índice – BCP, PT e EDP - nacional não subiram. A bolsa acompanhou a tendência das congéneres europeias, que beneficiaram da apresentação de resultados acima do esperado e da subida das petrolíferas, que foram impulsionadas pelas cotações elevadas do petróleo.

A Brisa [brisa] avançou 2,83% para os 6,55 euros, a recuperar das quedas registadas nos últimos tempos, voltando a negociar aos níveis do início de Julho.

A especulação em torno de possíveis OPA e alienação de activos elevou as acções do BPI e da Sonae SGPS, que registaram valorizações superiores a 1%.

A Lisbon Brokers afirma que se a Sonae SGPS alienar os seus supermercados no Brasil por 800 milhões de euros, conforme foi noticiado, subirá o preço-alvo da empresa de 1,40 para 1,50 euros, o que representa uma melhoria de 7%.

As acções da Sonae SGPS [son] subiram 1,68% para os 1,21 euros, o máximo de Maio, e os títulos da Modelo Continente [mcon] valorizaram 1,20% para os 1,69 euros, depois de terem subido um máximo de 1,80% para o valor mais elevado dos últimos três anos.

As acções do Banco BPI [bpin] apreciaram 1,46% para os 3,46 euros, depois de terem somado mais de 3% renovando o máximo de Março de 2001 nos 3,48 euros.

As acções do Banco BPI já acumulam um ganho acima de 7% desde 26 de Julho, dia em que foram renovados os rumores de que o banco possa vir a ser alvo de uma Oferta Pública de Aquisição por parte de uma instituição estrangeira, ou que alguns accionistas de referência reforcem no capital do banco por razões contabilísticas.

«A história é velha, mas os títulos continuam em alta», explicou um operador ao Jornal de Negócios Online.

A Jerónimo Martins, que apresenta amanhã os resultados do primeiro semestre, antes do início da sessão, apreciou 1,5% para 12,18 euros.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] contrariou a tendência e perdeu 0,46% para os 2,17 euros, assim como a Portugal Telecom (PT) [ptc] que cedeu 0,13% para os 7,82 euros.

A ParaRede [para], contagiada com a especulação de movimentos de consolidação no sector em que actua, depois das notícias que envolveram a PT com a Novabase, subiu 7,41% para os 0,29 euros, com mais de 8,37 milhões de títulos negociados. A Reditus [red] também subiu 1,22% para os 3,32 euros.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] encerrou inalterado nos 2,09 euros enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] avançou 0,79% para os 12,79 euros.

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