Research CaixaBI estima que lucros da Nos tenham aumentado 30% até Setembro

CaixaBI estima que lucros da Nos tenham aumentado 30% até Setembro

Os analistas do CaixaBI antecipam um bom trimestre a nível operacional, com o crescimento das receitas a ser suportado pelo segmento das telecomunicações.
CaixaBI estima que lucros da Nos tenham aumentado 30% até Setembro
Miguel Baltazar/Negócios
Rita Faria 06 de novembro de 2017 às 09:47

O CaixaBI antecipa que a Nos tenha fechado os primeiros nove meses deste ano com lucros de 101,9 milhões de euros, o que representa uma subida 30% face ao resultado líquido de 78,4 milhões registado no mesmo período do ano passado.

 

Considerando apenas o terceiro trimestre, os analistas antecipam que os lucros da empresa liderada por Miguel Almeida tenham aumentado 9,6%, em termos homólogos, para 30,1 milhões de euros, com o crescimento das receitas a ser suportado pelo negócio das telecomunicações. Entre Julho e Setembro, as receitas consolidadas da operadora – que apresenta os seus resultados a 8 de Novembro, após o fecho do mercado - terão aumentado 2,2% para 389,2 milhões de euros.  

   

"Uma vez mais esperamos que a NOS registe um bom trimestre a nível operacional, nomeadamente no seu negócio principal (telecomunicações). Antecipamos que as receitas consolidadas sejam suportadas pelo segmento telco", referem os especialistas na nota de análise a que o Negócios teve acesso.

 

Nos segmentos de Cinema e Audiovisuais, o CaixaBI antecipa uma performance "fraca" com as receitas a descerem 12,4% e 12%, respectivamente.

 

"A fraca performance destas duas últimas áreas está relacionada com um cartaz mais fraco em matéria de blockbusters e da sazonalidade típica dos meses de Verão", justificam.

 

O CaixaBI espera que os resultados do terceiro trimestre "não tragam surpresas, com a NOS a manter um bom momento a nível operacional, conseguindo aumentar de forma consistente o EBITDA e defendendo a sua quota de mercado".

 

Contudo, os resultados não deverão constituir um "catalisador positivo no curto prazo" para as acções, cujo preço-alvo foi mantido em 6,50 euros com a recomendação de "comprar".

 

Os títulos da operadora caem 1,03% para 4,985 euros, 30,4% abaixo do target. 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.




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