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CaixaBI reinicia cobertura da Soares da Costa com "target" de 2,45 euros (act)

O CaixaBI reiniciou a cobertura das acções da Soares da Costa com um preço-alvo de 2,45 euros e uma recomendação de "acumular". A avaliação do banco de investimento confere aos títulos da construtora liderada por Pedro Gonçalves um potencial de subida de

Paulo Moutinho 28 de Dezembro de 2007 às 09:29
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O CaixaBI reiniciou a cobertura das acções da Soares da Costa com um preço-alvo de 2,45 euros e uma recomendação de "acumular". A avaliação do banco de investimento confere aos títulos da construtora liderada por Pedro Gonçalves um potencial de subida de 17,2% face à cotação actual. As acções estão a reagir em alta, ao subirem mais de 1%.

"Reiniciamos a nossa cobertura e actualizámos as nossas estimativas, passando a avaliação para o final de 2008. A nossa avaliação através do método da soma-das-partes aponta para um preço-alvo de 2,45 euros, com uma recomendação de acumular", refere o CaixaBI numa nota de investimento emitida esta manhã.

A anterior avaliação o banco para a Soares da Costa era de 1,20 euros. O novo "target" representa um aumento de 104% e confere às acções da construtora [sco] um potencial de subida de 17,2%, tendo em conta que os títulos da companhia estão a negociar nos 2,09 euros, a subir 1,46%.

A analista Teresa Caldeira afirma que mantém uma visão positiva sobre a empresa "apesar de existir um certo grau de risco incorporado, dadas as dificuldades no sector da construção e a exposição aos mercados internacionais, que embora seja positiva tem também implícitos alguns riscos".

O banco recorda que no passado mês de Outubro, a Soares da Costa apresentou o seu novo plano estratégico, "suportado pela diversificação das suas actividades, e reconhecendo o negócio das concessões como um importante impulsionador de crescimento".

"Portugal é um dos mercados estratégicos definidos pela empresa, e apesar do sector da construção estar a atravessar uma fase menos favorável, os elevados investimentos que serão feitos em várias estruturas poderão vir a ser bastante positivos para a Soares da Costa", acrescenta a analista Teresa Caldeira.

Relativamente a Angola, o Caixa BI salienta que este país contribuiu para cerca de metade das receitas da empresa, e "poderá vir a ser um grande impulsionador para a construtora", sendo que a exposição a este mercado (dependente das receitas de petróleo) apresenta um "risco considerável para a performance da empresa".

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