Bolsa Como o maior fundo soberano do mundo está a investir em 22 cotadas portuguesas

Como o maior fundo soberano do mundo está a investir em 22 cotadas portuguesas

O investimento do Norges Bank na bolsa portuguesa atingiu um recorde no ano passado. Veja como está distribuído por 22 cotadas e como evoluiu a exposição do maior fundo soberano do mundo a estas empresas.
Nuno Carregueiro 02 de março de 2018 às 14:17

O Norges Bank – banco central norueguês e gestor do maior fundo soberano do mundo – nunca teve uma exposição tão elevada à bolsa portuguesa como em 2017, ano em que tinha investido 9,58 mil milhões de coroas norueguesas (1,17 mil milhões de dólares) em 22 cotadas portuguesas. Este é o maior valor de sempre (quando medido na moeda do país) e representa um aumento de cerca de 40% face a 2016. O fundo já controla posições com um valor que corresponde a 1,6% da capitalização bolsista do PSI-20, acima dos 1,3% registados no final de 2016.

Aquele que é o maior investidor institucional do mundo, com uma carteira avaliada em mais de um bilião de dólares, reforçou a presença na praça portuguesa de forma generalizada, com o aumento do investimento em 17 cotadas (entrou no capital de duas e apenas reduziu em três).

 

Na lista em cima saiba quais são as 22 cotadas e como evoluiu o investimento do fundo soberano em cada uma delas.

A carregar o vídeo ...



A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentários mais recentes
Anónimo 03.03.2018

As Holandas, Finlândias, Irlandas, Taiwans, Singapuras, Israeis, Noruegas e Dinamarcas deste mundo andam a criar as próximas empresas líderes mundiais nos sectores da IA, robótica, renováveis, nanotecnologia... e pelo meio ainda têm tempo e recursos para emitirem dívida com juro negativo e pensarem em Fundos Soberanos, mostrando assim o seu respeito e cuidado para com todas as gerações e classes de cidadãos. Os Portugais deste mundo gizam mais formas rocambolescas para onerar parte dos cidadãos, em especial os que criam valor orientado por e para o mercado, de modo a subsidiar o nível de vida de assalariados-votantes do universo do Estado cujas tarefas e remunerações já nem têm qualquer razão de ser ou cabimento.

Saber mais e Alertas
pub