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Construção e retalho dão terceira sessão de ganhos ao PSI-20

A bolsa nacional acompanhou o optimismo das principais praças europeias, impulsionada pelas cotadas do retalho e da construção, com subidas superiores a 3%. Quatro empresas atingiram máximos nesta última sessão da semana.

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Rita Faria afaria@negocios.pt 13 de Março de 2015 às 16:57
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A bolsa nacional encerrou esta sexta-feira, 13 de Março, em terreno positivo pela terceira sessão consecutiva, com o PSI-20 a subir 0,38% para 5.741,51 pontos. Das 18 cotadas que compõem o principal índice nacional, 11 encerraram em alta, seis em queda e uma inalterada.

 

Lisboa acompanhou o optimismo das principais praças europeias, impulsionadas pelas empresas do sector industrial e da saúde. O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, avança 0,23% para 396,27 pontos.

 

Na bolsa nacional, a impulsionar os ganhos do PSI-20 estiveram, sobretudo, as cotadas do sector do retalho e da construção. No retalho, a Jerónimo Martins subiu 1,59% para 11,15 euros enquanto a Sonae valorizou 2,51% para 1,386 euros. Na construção, a Mota-Engil avançou 3,87% para 3,625 euros enquanto a Teixeira Duarte encerrou com uma valorização de 3,14% para 82 cêntimos.

 

A contribuir para os ganhos esteve, igualmente, o Grupo EDP, com a empresa-mãe a somar 1,09% para 3,444 euros e a EDP Renováveis a valorizar 1,72% para 6,34 euros, o valor mais elevado desde Janeiro de 2010.   

 

Em alta esteve também o sector do papel, que tem beneficiado da queda do euro face ao dólar. A Altri avançou 0,14% para 3,458 euros, depois de ter chegado a negociar em 3,50 euros durante a sessão, valor que representa um novo máximo histórico. O mesmo acontece com a Portucel que encerrou a sessão com uma subida de 0,65% para 4,177 euros, depois de a meio da jornada atingir o valor mais alto de sempre nos 4,18 euros. Tanto a Altri como a Portucel beneficiam com o efeito cambial da queda do euro pois vendem a matéria-prima que fabricam em dólares, conseguindo assim receitas mais elevadas quando as vendas são convertidas para a moeda europeia. Já a Semapa avançou 1,05% para 12,995 euros.

 

Em máximos negociou também a Nos. A empresa liderada por Miguel Almeida subiu 0,9% para 6,081 euros, tendo atingido os 6,097 euros durante a sessão, o valor mais alto desde Agosto de 2008.

 

Na banca, o BCP perdeu 0,34% para 8,77 cêntimos, o Banif desceu 2,53% para 0,77 cêntimos e o BPI encerrou inalterado em 1,439 euros. Isto numa altura em que se aguardam desenvolvimentos em relação ao futuro do banco liderado por Fernando Ulrich. 

 

A impedir maiores ganhos da praça portuguesa esteve a Galp Energia, que deslizou 3,55% para 9,394 euros, num dia em que o petróleo negoceia em queda nos mercados internacionais. A matéria-prima de referência para Portugal desvaloriza 1,87% para 56,01 dólares.

 

 

(Notícia actualizada às 17h04)

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