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Crude dispara mais de 1% após divulgação das reservas dos EUA

Os preços do petróleo dispararam após a divulgação das reservas dos EUA referentes à semana terminada no dia 25 de Fevereiro. As reservas de combustíveis destilados caíram mais do que o esperado o que fez subir o custo da matéria-prima, o que fez subir o

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 02 de Março de 2005 às 16:13

Os preços do petróleo dispararam após a divulgação das reservas dos EUA referentes à semana terminada no dia 25 de Fevereiro. As reservas de combustíveis destilados caíram mais do que o esperado o que fez subir o custo da matéria-prima, o que fez subir o crude mais de 1%, negociando acima dos 52 dólares.

O Departamento de Energia anunciou ainda que o ritmo de produção das refinarias na semana em análise foi o mais lento dos últimos quatro meses, o que faz ressurgir receios sobre a escassez da oferta.

O crude [cl1], negociado em Nova Iorque, subia 1,2% para 52,35 dólares (39,71 euros) e o «brent» [co1], transaccionado em Londres, avançava 0,84% para 50,53 dólares (38,33 euros).

As reservas de destilados – categoria onde se encontra o gasóleo para aquecimento – baixaram em 1,8 milhões de barris na última semana, o que bate as estimativas de uma redução de 1,2 milhões de barris. O frio intenso que se fez sentir nos EUA na última semana contribuiu para um aumento do consumo de gasóleo para aquecimento, pressionando as reservas.

Os «stocks» de crude dos Estados Unidos cresceram em 2,4 milhões de barris, revelou hoje o Departamento de Energia. O avanço ficou acima do esperado pelos analistas, que antecipavam um ganho de cerca de um milhão de barris.

No que toca aos inventários de gasolina, o Departamento de Energia revelou que na última semana houve um crescimento de um milhão de barris, dado que fica em linha com o previsto pelos analistas.

O Departamento de Energia anunciou ainda que as refinarias dos EUA operaram ao ritmo mais lento desde Outubro. As refinarias utilizaram 89,3% da sua capacidade na semana terminada a 25 de Fevereiro.

Este nível corresponde ao ritmo mais lento desde a semana terminada a 29 de Outubro, altura em que as refinarias estavam a realizar reparações devido a falhas provocadas pelo furacão Ivan.

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