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Crude sobe com corte da produção na Venezuela pela quarta semana

O crude seguia a subir, arrastado pela greve na Venezuela, pela quarta semana consecutiva, que conduziu à interrupção de produção naquele país, fazendo com que as refinarias dos EUA procurem outras alternativas.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 23 de Dezembro de 2002 às 17:42
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O crude seguia a subir, arrastado pela greve na Venezuela, pela quarta semana consecutiva, que conduziu à interrupção de produção naquele país, fazendo com que as refinarias dos EUA procurem outras alternativas.

As exportações de petróleo na Venezuela registaram um abrandamento de pelo menos um décimo do seu nível habitual, desde que os trabalhadores das refinarias no país entraram em greve, desde 2 de Dezembro, segundo os «traders», citados pelas agências internacionais.

Os ministros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), na semana passada, anunciou que não irá aumentar a produção, pelo menos, durante as próximas duas semanas para impulsionar as reservas da Venezuela.

O «brent», ou petróleo do Mar do Norte, para entrega em Fevereiro [CO1], seguia a subir 2,65% para os 29,09 dólares (28,31 euros).

Em Nova Iorque, o crude [CL1], para entrega em Fevereiro valorizava 2,18% para os 30,96 dólares (30,13 euros).

A Venezuela exportava 2,4 milhões de barris por dia, antes do início da greve geral. O país está em greve, com o objectivo de persuadir o presidente, Hugo Chávez, a abandonar o cargo.

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