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Dados económicos da China sustentam Wall Street

As bolsas dos EUA iniciaram a sessão a subir, sustentadas por dados económicos divulgados na China, que reduziram os receios em torno da travagem da economia mundial.

Reuters
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Os principais índices bolsistas dos EUA iniciaram a sessão com ganhos, depois de ter sido divulgado que o indicador de atividade dos serviços da China registou o maior aumento dos últimos três meses, o que diminuiu os receios dos investidores em relação ao impacto da guerra comercial na economia mundial. 

Em agosto, o setor dos serviços cresceu ao ritmo mais elevado dos últimos três meses, enviando para segundo plano os receios que ontem imperavam nos mercados, depois da atividade industrial nos EUA ter contraído pela primeira vez nos últimos três anos. 

"As notícias positivas vindas da China estão a ofuscar os fracos dados industriais divulgados ontem nos EUA e diminuíram o medo de uma recessão económica", disse Shawn Gibson, chief investment officer na Liquid Strategies, acrescentando que "o crescimento global, e não apenas o crescimento dos EUA, é muito importante para os investidores porque a força económica da China é importante também para a saúde da nossa economia". 

Dow Jones sobe 0,76% para 26.316,63 pontos, o Nasdaq aprecia 0,95% para 7.949,02 pontos e o S&P500 ganha 0,75% para 2.928,00 pontos.

No mês passado, os mercados encolheram com o escalar de tensões entre a China e os EUA, e uma inversão da curva das "yields" dos EUA, vista como um sinal de recessão, afastaram os investidores dos ativos de maior risco. Em agosto, o S&P conheceu a sua maior queda mensal desde maio deste ano. 

As fabricantes de "chips", que têm sido muito afetadas com o escalar da guerra entre os EUA e os seus parceiros comerciais, aproveitam a sessão de hoje para aliviarem. A Intel, a Qualcomm e a Micron sobem entre 1,5 e 5,5%.  

O setor bancário, penalizado pelo cenário de taxas de juro muito baixas, hoje segue também em alta, com o Goldman Sachs, o Bank of America e o JPMorgan valorizam todos em torno de 1%. 

(Notícia atualizada às 15:10)
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