Mercados De recorde em recorde, Wall Street volta a brilhar com avanços no acordo EUA-China

De recorde em recorde, Wall Street volta a brilhar com avanços no acordo EUA-China

Os principais índices dos Estados Unidos voltaram a renovar máximos históricos, após novos avanços no acordo comercial entre a China e os EUA.
De recorde em recorde, Wall Street volta a brilhar com avanços no acordo EUA-China
Gonçalo Almeida 07 de novembro de 2019 às 14:51

Pela terceira vez esta semana, índices de Wall Street renovam máximos históricos. Nesta quinta-feira, dia 7 de novembro, é a vez do Standard & Poor’s 500 e do Dow Jones.

Por esta altura, o S&P 500 avança 0,45% para os 3.090,74 pontos, depois de ter tocado em valores máximos na passada segunda-feira nos 3.085,20 pontos. O Dow Jones ganha 0,60% para os 27.658,65 pontos, acima do máximos histórico anterior de 27.560,36 pontos atingido na passada terça-feira. 

Já o tecnológico Nasdaq Composite, o único que não renovou máximos históricos na abertura de hoje, valoriza 0,52% para os 8.453,35 pontos. 

A dar força à negociação de hoje estão os novos avanços na relação comercial entre os EUA e a China, depois de o porta-voz do Ministério do Comércio chinês ter anunciado que as duas maiores economias do mundo chegaram a acordo para retirar as tarifas por fases. Contudo, esse acordo poderá só vir a ser assinado em dezembro, ao invés de novembro como inicialmente previsto, segundo a Bloomberg. 

"O acordo entre a China e os EUA está a alimentar o otimismo de que um entendimento comercial será solidificado a qualquer momento", disse Andre Bakhos, diretor da New Vines Capital LLC, à Reuters, acrescentando que "(o acordo) remove a incerteza e dá ao mercado uma luz verde para o risco".

Os setores mais sensíveis ao comércio externo são hoje os que mais sobem. Caso disso é o setor das fabricantes de "chips" com a Intel, a Micron Technology e a Nvidia Corp a subirem cerca de 1,5%. 

A suportar o setor está também a Qualcomm, cujas ações valorizam mais de 7%, depois de a fabricante de "chips" ter previsto um lucro superior ao esperado pelos analistas, no quatro trimestre fiscal. 

Em foco continua a temporada de resultados, com os dados recolhidos pela Reuters a mostrarem que três quartos das empresas do S&P500 apresentaram números acima das expectativas. 




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