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Deco disponibiliza simulador para calcular vantagens da moratória do Governo

A associação de defesa do consumidor Deco disponibilizou hoje um simulador "on-line" da mensalidade e juros de que os desempregados podem beneficiar caso acedam à linha de crédito lançada pelo Governo para empréstimos à habitação própria e permanente.

Negócios com Lusa 18 de Junho de 2009 às 10:57
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A associação de defesa do consumidor Deco disponibilizou hoje um simulador "on-line" da mensalidade e juros de que os desempregados podem beneficiar caso acedam à linha de crédito lançada pelo Governo para empréstimos à habitação própria e permanente.

Até ao final do ano, os desempregados inscritos há três meses ou mais nos centros de emprego podem pedir para pagar só metade da prestação da casa, caso tenham contratado o empréstimo até 19 de Março de 2009, mas o processo para aceder a esta linha de financiamento está ainda em fase de operacionalização.

Este benefício - que permite que consumidores em risco de sobreendividamento acedam a condições favoráveis, sem que tal represente um grande acréscimo no custo final do financiamento - é válido por dois anos e prevê a redução até 500 euros mensais e 12 mil totais.

Segundo os cálculos da Deco, citados pela Lusa, para um empréstimo com uma prestação de 600 euros, por exemplo, a moratória criada pelo Governo reduz o encargo para 300 euros mensais.

Findo aquele período, explica a associação em comunicado, retoma-se o pagamento normal, reembolsando-se o crédito do Estado ao longo do restante prazo do empréstimo principal.

A taxa de juro é reduzida (Euribor a 6 meses, menos 0,5%) e não tem outros custos associados, acrescenta.

A ferramenta hoje lançada está acessível a todos os consumidores em www.deco.proteste.pt.

A medida entrou em vigor dia 13 de Maio após a publicação em Diário da República de um Decreto-Lei relativo a esta medida, decidida pelo Governo para ajudar os portugueses desempregados com dificuldades em suportar os encargos com os créditos que contraíram para comprar casa.

No entanto, tanto o Ministério das Finanças como algumas instituições de crédito reconheceram, na semana passada, que a medida ainda não está operacional.







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