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Depois dos bancos caem agora as marcas

A actual crise ditou uma mudança de cenário no panorama financeiro. Decretou-se o fim da banca de investimento, nacionalizaram-se instituições na Europa e nos Estados Unidos. Agora é a vez das marcas começarem aos poucos a sucumbir. É o caso do Dresdner Kleinwort, uma instituição que deu os primeiros passos na corretagem de acções há 223 anos.

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 02 de Setembro de 2009 às 00:01
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A actual crise ditou uma mudança de cenário no panorama financeiro. Decretou-se o fim da banca de investimento, nacionalizaram-se instituições na Europa e nos Estados Unidos. Agora é a vez das marcas começarem aos poucos a sucumbir. É o caso do Dresdner Kleinwort, uma instituição que deu os primeiros passos na corretagem de acções há 223 anos.

A instituição alemã foi adquirida há um ano pelo Commerzbank. E, nos últimos 12 meses, as duas marcas coexistiram sob a alçada do mesmo accionista. Mas a situação mudou. Ontem, a marca Dresdner Kleinwort desapareceu, anunciou o Commerzbank em comunicado na segunda-feira à noite.

É provável que à medida que o tempo passe as marcas de outras instituições que tiveram de ser salvas por rivais venham também a desaparecer da praça. Com 85 anos de história, o Bear Stearns, foi resgatado de uma falência iminente pelo JPMorgan Chase em Março do ano passado. Hoje, a marca persiste, embora tenha um acrescento: Bear Stearns, uma divisão do J.P. Morgan.



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