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Diminuição da confiança das famílias trava queda nas bolsas norte-americanas

Apesar de ser um dado económico negativo, o facto de a confiança dos consumidores dos Estados Unidos ter diminuído em Agosto pode levar a um adiamento na retirada dos estímulos à economia por parte da Fed. Tal possibilidade veio animar os investidores e inverteu a tendência de negociação em Wall Street.

Inês Balreira inesbalreira@negocios.pt 16 de Agosto de 2013 às 16:06
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Wall Street, que abriu a sessão da última semana a negociar no vermelho, inverteu a tendência e transacciona agora em terreno positivo. O Dow Jones avança 0,08% para 15.124,34 pontos e o Nasdaq aprecia 0,30% para 3.616,84 pontos. O S&P 500 continua no vermelho, ao ceder 0,08% para 1.659,96 pontos.

 

Os índices bolsistas inverteram a tendência pouco depois da divulgação dos dados da confiança dos consumidores norte-americanos em Agosto. O índice Thomson Reuters/Universidade de Michigan caiu de 85,1 pontos, em Julho – o valor mais elevado registado desde Julho de 2007 - para 80 pontos, em Agosto.

 

Apesar de ser um dado económico negativo, o facto de a confiança das famílias ter caído pode levar a um adiamento, por parte da Reserva Federal, na retirada dos estímulos à maior economia mundial. A Fed tem a próxima reunião marcada para 17 e 18 de Setembro e pode anunciar um corte no montante de compra de activos mensais, que actualmente se encontra nos 85 mil milhões de dólares. Cerca de 65% dos economistas consultados pela Bloomberg acredita que a Fed vai reduzir os estímulos à economia norte-americana já nesta próxima reunião.

 

A contribuir para esta alta ligeira estão ainda outros indicadores económicos positivos. A produtividade dos trabalhadores norte-americanos aumentou mais que o previsto no segundo trimestre. Depois de uma queda de 1,7% no primeiro trimestre, o índice que mede a produtividade dos trabalhadores aumentou 0,9% no segundo trimestre.

 

Também a construção de novas casas aumentou, cerca de 5,9% em Julho, para um ritmo anualizado de 896 mil.

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