Fundos de investimento DMIF trata fundos PPR como instrumentos complexos
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DMIF trata fundos PPR como instrumentos complexos

Com a entrada em vigor da nova directiva para os mercados, os fundos PPR deixam de poder ser comercializados com a mera execução de ordens. A CMVM está a analisar a situação.
DMIF trata fundos PPR como instrumentos complexos
Miguel Baltazar/Negócios
Patrícia Abreu 01 de março de 2018 às 06:00

Os planos poupança-reforma (PPR) são produtos bem conhecidos dos investidores portugueses. Mas a transposição da nova directiva para os mercados financeiros vai implicar alterações profundas nestes produtos

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mais votado Mas que mais irá acontecer ? ! 01.03.2018

Há 7 anos que se sabia que vinha aí nova legislação;
Há 4 anos que, segundo o que veio a público,
a CMVM começou a trabalhar no assunto;
Há vários anos que houve alertas insistentes,
perante quem hoje ocupa alto cargo,
para que se começasse preparação intensa com vista à nova legislação;
Sai finalmente atrasada, mas com pompa e circunstancia, a nova legislação,
numa versão portuguesa (uma DMIF II à Portuguesa) com 1464 páginas,
e passados uns dias,hoje concretamente,
vem a público o que na notícia é referido !
Lógico é que todos os Investidores que pagam taxas para sustentar a CMVM;
que todos os intermediários financeiros cujas multas revertem a favor da CMVM;
se interroguem com angústia:
Mas que mais irá acontecer ?
É que de facto estamos em atividade com exigências de rigor
que não admitem “trabalhos de casa mal feitos”,
principalmente por parte de quem
tem também a responsabilidade
de uma pedagogia pelo exemplo
em País em que ela é bem necessária.

comentários mais recentes
Criar PPRs personalizados 01.03.2018

Já que os PPRS passam a ser tratados como produtos financeiros complexos,
então passam a ser alvos das exigências àqueles colocadas,
o que implica comprovação de grau adequado de literacia financeira.
Ora quem satisfaz tal,
não deixará de ser capaz de construir o seu próprio PPR,
com a vantagem de uma personalização sem desperdício
em relação ao seu próprio nível de tolerância ao risco,
aos objetivos de investimento prosseguidos,
às suas ideias próprias sobre a melhor forma de tirar partido das oportunidades dos Mercados.
Relativamente a estas, poderá haver quem obtempere
poder ser tal uma abdicação das vantagens de recorrer a profissionais.
Mas tal não é necessariamente o caso,
porque há sempre possibilidade de recurso ao tratamento personalizado
proporcionado por intermediários financeiros dinâmicos,
para além do facto de que hoje em Mercados quase perfeitos,
a diferença de resultados entre profissionais e amadores minimamente sofisticados,
já não é significativa como no antanho

Johnny 01.03.2018

Quando esta mrda colapsar vai haver MARÉS de velhos ranhosos "enganados" dos PPR a exigir ao governo que roube da boca dos meus filhos para os indemnizar!

Mas que mais irá acontecer ? ! 01.03.2018

Há 7 anos que se sabia que vinha aí nova legislação;
Há 4 anos que, segundo o que veio a público,
a CMVM começou a trabalhar no assunto;
Há vários anos que houve alertas insistentes,
perante quem hoje ocupa alto cargo,
para que se começasse preparação intensa com vista à nova legislação;
Sai finalmente atrasada, mas com pompa e circunstancia, a nova legislação,
numa versão portuguesa (uma DMIF II à Portuguesa) com 1464 páginas,
e passados uns dias,hoje concretamente,
vem a público o que na notícia é referido !
Lógico é que todos os Investidores que pagam taxas para sustentar a CMVM;
que todos os intermediários financeiros cujas multas revertem a favor da CMVM;
se interroguem com angústia:
Mas que mais irá acontecer ?
É que de facto estamos em atividade com exigências de rigor
que não admitem “trabalhos de casa mal feitos”,
principalmente por parte de quem
tem também a responsabilidade
de uma pedagogia pelo exemplo
em País em que ela é bem necessária.

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