Bolsa EDP, BCP e Altri sobem mais de 1,5% e impulsionam bolsa

EDP, BCP e Altri sobem mais de 1,5% e impulsionam bolsa

A bolsa nacional já inverteu da tendência de queda e segue a valorizar, a beneficiar dos ganhos acentuados da EDP, do BCP e da Altri. Do lado oposto está a Galp Energia, que está a perder 2,5%, numa altura em que o petróleo está a cair para mínimos de Agosto.
EDP, BCP e Altri sobem mais de 1,5% e impulsionam bolsa
Miguel Baltazar/Negócios
Sara Antunes 01 de novembro de 2018 às 09:32

O PSI-20 está a subir 0,3% para 5.045,87 pontos, com 13 cotadas em alta e cinco em queda. Entre as congéneres europeias a tendência é maioritariamente de ganhos, com o Stoxx600, índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, a subir 0,53% para 363,51 pontos, numa altura em que todos os sectores estão a contribuir para os ganhos, com excepção do petrolífero.

Este sector está a ser penalizado pela desvalorização dos preços do petróleo para mínimos de Agosto. O barril do Brent, negociado em Londres e referência para Portugal, está a descer 0,63% para 74,57 dólares, reflectindo o novo aumento das reservas petrolíferas dos EUA anunciado ontem. Na bolsa nacional, a Galp é a cotada que mais pesa, acompanhando o sector. A petrolífera nacional está a cair 2,5% para 15,01 euros.

 

Do lado oposto e a evitar a queda da praça nacional está o BCP, ao subir 1,76% para 0,2424 euros, bem como a EDP, que está a ganhar 1,51% para 3,151 euros, depois de esta manhã a EDP Brasil ter anunciado um aumento dos seus lucros nos primeiros nove meses do ano.

 

Em alta está também a Altri, ao somar 1,94% para 7,90 euros, depois de ontem ter apresentado resultados dos primeiros nove meses do ano. Os lucros da empresa de papel aumentaram para 120 milhões de euros.

 

Já a Semapa, que também anunciou após o fecho do mercado com os lucros a aumentarem 25%, está a apreciar 0,95% para 17,04 euros. 

 

Em forte alta está a Ramada, que também apresentou os seus resultados na última sessão, tendo reportado um aumento de 31% dos seus lucros nos primeiros nove meses do ano. Além disso, a empresa liderada por João Borges de Oliveira, anunciou que tenciona antecipar a distribuição de cerca de 30 milhões de euros em dividendos, devido à "evolução favorável dos resultados" e que se traduz em 1,15 euros por acção.




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