Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

EDP dispara 3% sustentada por forte liquidez e passagem de blocos

As acções da EDP seguem a valorizar mais de 3% numa sessão em que a eléctrica nacional já movimentou mais de 30 milhões de títulos e em que se registou a passagem de quatro blocos de acções.

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 19 de Fevereiro de 2007 às 09:56
  • Partilhar artigo
  • ...

As acções da EDP seguem a valorizar mais de 3% numa sessão em que a eléctrica nacional já movimentou mais de 30 milhões de títulos e em que se registou a passagem de quatro blocos de acções.

A EDP [EDP] segue a subir 3,32% para os 4,36 euros por acção, com mais de 36,74 milhões de títulos transaccionados. A Energias de Portugal atingiu o valor mais elevado desde Junho de 1998 nos 4,37 euros.

Ao longo da manhã registou-se a passagem de quatro blocos de acções. O maior, de um milhão de títulos, foi registado a 4,25 euros por acção. Seguiram-se mais dois blocos superiores a 800 mil acções cada e um quarto de 500 mil acções, transaccionado a 4,15%.

Os ganhos de hoje acumulam-se aos perto de 4% de valorização registados na sexta-feira e ao forte volumeAssim, no espaço de apenas duas sessões, a empresa dirigida por António Mexia já movimento mais de 90 milhões de acções e subiu mais de 6%.

Um operador contactado pelo Jornal de Negócios Online explicou que a "está a haver uma entrada desenfreada de investidores" na EDP, embora não consiga explicar a forte valorização do papel.

Segundo a Reuters, a entrada de investidores estrangeiros na eléctrica poderá estar a justificar a corrida ao papel.

 

Queda na abertura após corte de recomendação da JP Morgan

A EDP chegou a cair 1,66% pouco de depois da abertura com a reflectir a revisão em baixa, por parte da JP Morgan, da recomendação de "neutral" para "underweight" ter revisto em baixa. O 3,80 euros

O analista da JP Morgan, Alberto Gandolfi, justifica a revisão em baixa da sua recomendação com as medidas anunciadas pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, para reduzir o défice tarifário, nomeadamente, no domínio da cessação antecipada dos contratos de aquisição de energia (CAE) e de utilização do domínio hídrico para fins de produção eléctrica.

O especialista da casa de investimento internacional considera que as medidas vão diluir os ganhos da Energias de Portugal em 2007

Outras Notícias