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EDP e PT levam bolsa a máximo de quatro anos

A bolsa nacional seguia a valorizar pela quinta sessão consecutiva, negociando no valor mais alto dos últimos quatro anos, impulsionada pelas subidas da PT e da EDP. O PSI-20 avançava 0,66%.

Paulo Moutinho 07 de Dezembro de 2005 às 12:28
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A bolsa nacional seguia a valorizar pela quinta sessão consecutiva, negociando no valor mais alto dos últimos quatro anos, impulsionada pelas subidas da PT e da EDP. O PSI-20 avançava 0,66%.

A principal praça nacional [psi20] seguia a cotar nos 8.281,08 pontos, aproximando-se dos 8.300 pontos, depois de renovar o máximo de Junho de 2001, com dez acções a valorizar, três em queda e cinco inalteradas.

A Portugal Telecom [ptc] registava a maior subida da sessão, ao apreciar 1,98% para os 8,24 euros, tendo atingido o valor mais elevado desde Junho deste ano. A operadora de telecomunicações nacional está ainda a beneficiar da revisão em alta da recomendação e do preço-alvo para os 8,40 euros, por parte do Deutsche Bank. A casa de investimento justifica esta revisão da recomendação com base no anúncio de reestruturação das participadas brasileiras. A sua participada, a PT Multimédia [ptm], avançava 0,62% para os 9,70 euros.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] seguia a valorizar 0,79% para os 2,56 euros, depois de renovar o máximo de Outubro de 2001 nos 2,57 euros. A acções da EDP estão a reflectir o anúncio da venda da participação de 14,268% que a empresa tem na Galp Energia ao Grupo de Américo Amorim por 720,5 milhões de euros.

Depois do anúncio de venda da participação na Galp, as casas de investimento BPI e Espírito Santo Research (ESR), reviram em alta o preço-alvo para as acções da eléctrica nacional. O BPI afirmou que «como resultado, assumindo o preço oferecido por Américo Amorim [de 720 milhões de euros] o nosso preço-alvo deve ser aumentado de 2,50 euros por acção para 2,58 euros por acção, um aumento de 3%», já o ESR afirma que tendo em conta o valor oferecido pelo Grupo Amorim e que essa «diferença representa 0,07 euros adicionais por acção na nossa avaliação», um valor que representa mais 3% do que «o nosso preço-alvo de 2,74 euros por acção».

O Grupo Sonae renovava máximos com a Sonae SGPS [son] a subir 0,67% para os 1,51 euros, o valor mais elevado desde Novembro de 2000, e a Sonae Industria [sona] a ganhar 1,51% para os 6,71 euros, depois de ter valorizado mais de 5% para o valor mais elevado desde Junho de 2000. A Sonaecom subia 0,77% para os 3,93 euros.

No sector da banca, o BCP [bcp], seguia inalterado nos 2,10 euros e o BES [besnn] caía 0,08% para os 13,27 euros. O BPI [bpin] valorizava 0,54% para os 3,74 euros.

A Semapa [sema] subia 0,31% para os 6,42 euros, depois de ontem ter avançado mais de 3%.

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