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EDP Renováveis vê no plano Obama maior estabilidade regulatória até 2012

Os Estados Unidos aprovaram um plano que inclui políticas e incentivos fiscais para o sector energético no país, nomeadamente no que toca à energia eólica, o que beneficia a Horizon Wind Energy, subsidiária da EDP Renováveis. A companhia liderada por Ana Maria Fernandes vê neste plano uma maior estabilidade regulatória até 2012.

Negócios negocios@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2009 às 07:58
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Os Estados Unidos aprovaram um plano que inclui políticas e incentivos fiscais para o sector energético no país, nomeadamente no que toca à energia eólica, o que beneficia a Horizon Wind Energy, subsidiária da EDP Renováveis. A companhia liderada por Ana Maria Fernandes vê neste plano uma maior estabilidade regulatória até 2012.

Em comunicado enviado ontem ao final da noite à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP Renováveis avança que “o presidente dos Estados Unidos da América assinou hoje o Plano de Recuperação e Reinvestimento Económico que inclui um conjunto de políticas e incentivos fiscais para o sector energético nos EUA, nomeadamente para o desenvolvimento da energia eólica”.

A empresa acrescenta que entre as principais medidas aprovadas está a extensão até 31 de Dezembro de 2012 dos créditos fiscais associados à produção de energia a partir de fontes renováveis, algo que estava previsto terminar a 31 de Dezembro deste ano. Por outro lado, inclui a possibilidade de, até 31 de Dezembro de 2012, optar por um crédito fiscal no montante de 30% do investimento inicial em substituição dos referidos créditos fiscais.

A EDP Renováveis frisa que estas medidas vão aumentar as opções no que se refere à utilização e monetização dos incentivos fiscais, o que vai permitir uma maior liquidez relativamente aos tradicionais meios utilizados que consistem em acordos com investidores institucionais.

“A lei assinada hoje, para além de proporcionar uma maior estabilidade regulatória até 2012, constitui um grande impulso ao desenvolvimento do mercado norte-americano de energia eólica em termos económicos e de gestão de riscos dos projectos”, conclui a empresa em comunicado.

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