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EDP Renováveis continua entre “preferidas” do BPI após resultados

A unidade de análise do BPI mantém a EDP Renováveis na lista de “preferidas” entre as cotadas a que atribui uma recomendação de “comprar”. A aposta é sustentada pelo resultado das alterações à regulação em Espanha, pelas perspectivas de crescimento nos EUA e pelo plano de venda de participações minoritárias em projectos eólicos.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2014 às 14:45
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O BPI Equity Research avalia as acções da EDP Renováveis em 5,35 euros por acção e atribui-lhes uma recomendação de “comprar”.  Além disso, a cotada está incluída na lista “core buy” onde reúne as cotadas por que tem preferência entre aquelas a que atribui a recomendação de compra.

 

O banco refere que a eólica portuguesa apresentou resultados em linha com esperado pela generalidade dos analistas e “amplamente em linha” com as estimativas do próprio BPI. Além do potencial de valorização de 12,9% que o preço-alvo confere às acções, o banco destaca outros três aspectos que justificam a preferência pelas acções.

 

“Um resultado melhor do que esperado das alterações à regulação de Espanha, perspectivas melhoradas para o mercado norte-americano e futuros negócios com participações minoritárias – com a CTG ou outros parceiros – deverão continuar a suportar a tendência de melhoria”, explica a nota de análise a que o Negócios teve acesso.

 

A regulação em Espanha teve, desde Julho, um impacto negativo de 71 milhões de euros no EBITDA. No país, o resultado líquido do quarto trimestre diminuiu 9% face ao período homólogo. Uma quebra justificada pelas alterações à regulação já que a geração de electricidade aumentou em 15%.

 

Nos Estados Unidos da América, o preço médio de venda por mega watt/hora (MWh) foi de 48,6 dólares, o que representa um crescimento de 3% face ao último trimestre de 2012, segundo o BPI. No resto das geografias, o preço médio de venda diminuiu mas a eólica compensou a tendência com o aumento da geração de electricidade. O resultado líquido aumentou 30% nos últimos três meses de 2013.

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de “research” emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de “research” na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

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