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EDP Renováveis propõe manutenção do dividendo em 4 cêntimos por acção

É a segunda vez que a empresa de energias verdes do Grupo EDP paga dividendos. É o mesmo valor que o apresentado no ano passado. São 35 milhões de euros, que representam 26% dos lucros alcançados em 2013. A rentabilidade do dividendo é inferior a 1%.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2014 às 08:24
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A EDP Renováveis vai propor à assembleia geral de accionistas um dividendo bruto para distribuir pelos accionistas de 4 cêntimos. O valor é igual ao do ano passado.

 

“Em linha com a política de dividendos actual, o conselho de administração irá propor em assembleia geral uma distribuição de dividendos de 35 milhões de euros (4 cêntimos por acção), representando 26% do resultado consolidado”, indica a companhia no comunicado em que anuncia o crescimento de 7% do lucro em 2013.

 

Ao todo, João Manso Neto disponibiliza para os accionistas da cotada que lidera uma remuneração de 35 milhões de euros referente aos resultados de 2013. É o mesmo bolo total que havia sido pago em 2013, o primeiro ano de pagamentos de dividendo da Renováveis desde que havia entrado em bolsa, cinco anos antes.

 

Como referido no comunicado, o “payout” deste dividendo é de 26%. Este indicador relaciona o valor dedicado para a remuneração accionista, neste caso, 35 milhões de euros, com o lucro alcançado, 135 milhões de euros. Em 2013, o “payout” foi de 28%, já que o montante pago em dividendos era o mesmo (35 milhões) mas o resultado alcançado era menor (126 milhões).

 

O chamado “dividend yield”, que mostra a rentabilidade do dividendo (porque o compara com o valor da acção em bolsa), é de 0,8% tendo em conta o valor de fecho de ontem, 4,76 euros. A companhia fechou ontem no preço mais elevado desde Janeiro de 2012, há mais de dois anos.

 

Em Outubro do ano passado, Manso Neto afirmou que não iria interromper a estratégia de investimento da empresa, com a melhoria da capacidade de produção, só para conseguir pagar dividendos mais atractivos para os accionistas. Seria “um grande erro”, nas palavras do presidente executivo da Renováveis.

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