Mercados Empresas de novas tecnologias disparam na BVL

Empresas de novas tecnologias disparam na BVL

Todas as empresas de novas tecnologias estão hoje a viver mais um dia eufórico na BVL, acumulando ganhos exponenciais desde o início do ano. Carlos Coelho de Campos explica a performance da ParaRede «com o interesse de investidores estrangeiros».
Nuno Carregueiro 11 de fevereiro de 2000 às 10:45
Todas as empresas de novas tecnologias estão hoje a viver mais um dia eufórico na Bolsa de Valores de Lisboa (BVL), acumulando ganhos exponenciais desde o início do ano. Carlos Coelho de Campos explica a performance da ParaRede «com o interesse de investidores estrangeiros».

Em declarações ao Canal de Negócios, o presidente da ParaRede explicou que «as ordens de compra são essencialmente de investidores estrangeiros, de fundos de investimento especializados na área, que acreditam no projecto da ParaRede». Esta empresa terminou ontem, em Madrid, a apresentação do seu projecto em «road show».

O mesmo responsável adiantou ainda que o desenvolvimento em conjunto com a Sterling Commerce e com a Satyam de um centro de comércio electrónico network aplication service provider (NASP), que é a nova geração de portais, está também a suportar o apetite dos investidores.

As acções da ParaRede, às 10h20 registavam uma valorização de 41,4% para cotarem nos 48,8 euros (9.783 escudos), acumulando um ganho impressionante de 389% desde o início deste ano.

Mas a ParaRede não está sozinha nesta onda de fortes subidas, pois outras empresas que também apostam na área das novas tecnologias estão também hoje em destaque. A Cofina negociava nos 41 euros (8.219 escudos) verificando uma subida de 39%, enquanto a Lusomundo ganhava 32,1% para cotar nos 20,39 euros (4.088 escudos). Mais modesta a Compta registava uma valorização de 15% ao negociar nos 20,87 euros (4.184 escudos). Desde o início deste ano a «holding» de Paulo Fernandes já subiu 133%, enquanto a Lusomundo já aumentou a sua cotação em 129%.




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