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Energéticas limitam ganhos das bolsas europeias

Os principais índices europeus valorizavam sem que nenhum sector específico liderasse as subidas, com as petrolíferas a limitarem os ganhos devido às quedas do petróleo dos últimos dias. O Dow Jones Stoxx 50 seguia pouco alterado, ao avançar 0,09% para os

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 12 de Novembro de 2004 às 11:02
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Os principais índices europeus valorizavam sem que nenhum sector específico liderasse as subidas, com as petrolíferas a limitarem os ganhos devido às quedas do petróleo dos últimos dias. O Dow Jones Stoxx 50 seguia pouco alterado, ao avançar 0,09% para os 2.785,16 pontos.

O Eurostat, instituto de estatísticas da União Europeia, divulgou hoje que o crescimento da economia da Zona Euro abrandou no terceiro trimestre para o ritmo mais lento num espaço de um ano.

As petrolíferas, como a Total ou a BP, lideravam as quedas, depois do «brent» [co1] ter acumulado uma queda de 5,88% desde segunda-feira. Na sessão de hoje crescia 0,3% para os 43,15 dólares (33,44 euros). O crude [CL1] permanecia estável nos 47,12 dólares (36,75 euros).

O IBEX [ibex] ganhava 0,12% para os 8.568,9 pontos, com o Santander a ganhar1,84% para os 8,87 euros, enquanto a Telefónica recuava 0,99% para os 13,03 euros.

O FTSE [ukx] cotava nos 4.780,1 pontos com um avanço de 0,07%. A BP e a Shell impediam maiores ganhos com uma queda de 1,04% para os 525,5 pences e de 0,68% para os 439,5 pences, respectivamente. A Vodafone valorizava 0,53% para os 141,25 pences.

Em Paris, o CAC [cac] somava 0,03% para os 3.831,75 pontos, com a subida da France Télécom a compensar a queda da Total Fina. Enquanto a operadora progredia 1,02% para os 22,83 euros, a petrolífera recuava 0,89% para os 166,4 euros.

O DAX [dax] valorizava 0,37% para os 4146,21 pontos. A Allianz avançava 2,71% para os 93,35 euros. Os lucros da seguradora, que detém 8,8% do BPI, caíram menos do que o esperado no terceiro trimestre uma vez que a melhoria nos ganhos do Dresdner Bank compensaram o impacto dos estragos causados pelos furacões que assolaram os Estados Unidos nos últimos tempos.

A fabricante de «software» SAP era quem mais pressionava o principal índice alemão com uma desvalorização de 0,7% para os 138,33 euros.

Em Amesterdão, o AEX [aex] ganhava 0,33% para os 343,51 pontos. A Philips Electronics avançava 0,77% para os 19,58 euros, enquanto a Royal Dutch Petroleum perdia 0,51% para os 43,02 euros.

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