Bolsa Energia volta a penalizar bolsa portuguesa

Energia volta a penalizar bolsa portuguesa

A Galp Energia está a ser pressionada pela evolução em baixa das cotações do petróleo, com o mercado cada vez mais céptico com a possibilidade de um acordo na OPEP.
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Nuno Carregueiro 29 de novembro de 2016 às 08:15

A bolsa nacional abriu em queda pela segunda sessão consecutiva, em linha com as praças europeias, com as cotadas do sector energético a pressionarem os índices.

 

O PSI-20 desce 0,14% para 4.420,16 pontos, com sete cotadas em queda, seis em baixa e as restantes sem variação.

 

Os índices europeus também negoceiam com quedas ligeiras na abertura, com os investidores de olhos postos na reunião da OPEP de amanhã em Viena, sendo que as expectativas apontam para que não seja possível atingir um acordo para cortar na produção de petróleo.

 

Esta expectativa está a condicionar a cotação da matéria-prima (o Brent em Londres desce 1,02% para 47,75 dólares) e também das cotadas ligadas ao sector. É o caso da Galp Energia, que desce 0,44% para 12,395 euros.

 

Ainda no sector energético, a EDP desvaloriza 0,48% para 2,694 euros e a EDP Renováveis recua 0,18% para 2,694 euros.

 

Também a pressionar o PSI-20 o Banco Comercial Português desvaloriza 0,4% para 1,1753 euros e a Navigator recua 0,58% para 2,90 euros. A Nos cede 0,56% para 5,355 euros depois de ontem já ter pressionado o PSI-20, depois do jornal Record ter noticiado que o Benfica quer renegociar o contrato com a operadora.      

 

Em terreno positivo está a Jerónimo Martins, que sobe 0,2% para14,85 euros, bem como a Corticeira Amorim, depois de ter anunciado a data de pagamento de dividendos.

  

A Pharol segue estável depois de ontem ter anunciado que chegou a Setembro com prejuízos de 56,1 milhões de euros, um valor que é quase 60% inferior ao registado no mesmo período de 2015.




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