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Energia, Apple e Facebook pressionam Wall Street

As principais bolsas do outro lado do Atlântico fecharam em baixa, numa jornada em que os títulos da energia pressionaram a tendência devido à queda dos preços do petróleo. Nas tecnologias, a escalada do Twitter não foi suficiente para compensar o recuo da Apple e do Facebook.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 23 de Setembro de 2016 às 21:17
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O Standard & Poor’s 500 encerrou esta sexta-feira a perder 0,60% para 2.164,77 pontos e o índice industrial Dow Jones cedeu 0,71% para se fixar nos 18.261,72 pontos.

 

O tecnológico Nasdaq Composite, por seu lado, desvalorizou 0,63% para 5.305,74 pontos, castigado sobretudo pela Apple e pelo Facebook.

 

A empresa da maçã deu um mergulho repentino a meio da tarde, tendo terminado o dia a recuar 1,67% para 112,71 dólares, devido à especulação de que a empresa de sondagens alemã GfK terá emitido um relatório a sugerir que as vendas do iPhone7 serão mais baixas do que no ano passado, isto com base nos dados para a Europa e Ásia.

 

Entre os destaques pela negativa nas tecnologias esteve também o Facebook, que fechou a cair 1,63% para 127,96 dólares, depois de ter dito que passou aos anunciantes uma métrica inflacionada para o tempo médio que os utilizadores estão a ver um vídeo.

 

Do lado dos ganhos, e ainda no mesmo sector, o Twitter foi a estrela da sessão. As acções da rede social de micromensagens terminaram a escalar 21,79% para 22,69 dólares, animadas pelas notícias da CNBC e do Financial Times que dão conta de interessados na compra da empresa liderada por Jack Dorsey.

 

Os títulos da energia estiveram igualmente a negociar no vermelho, penalizados por uma jornada de quedas nos preços do petróleo em Nova Iorque e em Londres. 

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