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Euro avança após divulgação de dados económicos dos EUA

O euro avançava face ao dólar depois da divulgação de dados económicos dos EUA. Os consumidores norte-americanos aumentaram os gastos em Março mais do que o esperado, mas a em Abril o índice de confiança das famílias voltou a cair, pelo quarto mês consecu

Negócios negocios@negocios.pt 29 de Abril de 2005 às 16:12
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O euro avançava face ao dólar depois da divulgação de dados económicos dos EUA. Os consumidores norte-americanos aumentaram os gastos em Março mais do que o esperado, mas a em Abril o índice de confiança das famílias voltou a cair, pelo quarto mês consecutivo.

O euro [eur] subia 0,12% para os 1,2908 dólares.

A confiança dos consumidores norte-americanos caiu pelo quarto mês consecutivo em Abril, uma vez que os preços da gasolina atingiram valores recorde e são maiores as evidências de que a economia do país está a abrandar.

O índice que traduz a confiança dos consumidores dos EUA, medido pela Universidade de Michigan, caiu para 87,7 pontos, o valor mínimo desde Setembro de 2003, contra 92,6 pontos em Março.

Por outro lado os gastos das famílias americanas aumentaram mais que o esperado em Março, sugerindo que os americanos continuam a consumir, apesar dos elevados preços da gasolina. O relatório hoje divulgado pelo Departamento do Comércio também indica mais pressões inflacionistas.

Os gastos dos consumidores aumentaram 0,6%, acima dos 0,4% estimados pelos economistas, depois de em Fevereiro já terem crescido 0,7%. Os rendimentos subiram 0,5%, depois de terem crescido 0,4% no mês anterior.

Na Europa, os Governos da Alemanha e da Itália reviram hoje em forte baixa as suas previsões de crescimento económico para este ano e o ministro da economia da maior economia do mundo, Wolfgang Clement, diz que o BCE tem que responder a este cenário de fraco crescimento na área do euro.

O produto interno bruto da Alemanha deverá crescer 1% este ano, contra os 1,6% registados no ano passado e previstos anteriormente para 2005. No início deste semana um conjunto de institutos económicos também reviu em baixa as suas previsões de crescimento, mas é ainda mais pessimista que o Executivo alemão, estimando um crescimento de apenas 0,7% no PIB.

A Itália, quarta maior economia da Zona Euro, também baixou a previsão de crescimento do PIB de 2,1 para 1,2% este ano.

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