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Euro recua após forças sauditas controlarem situação em Jeddah

O euro deslizava face ao dólar depois do Ministério saudita ter dito que as forças desse país tomaram o controlo do consulado dos Estados Unidos da América em Jeddah, segunda maior cidade da Arábia Saudita.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 06 de Dezembro de 2004 às 15:07
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O euro deslizava face ao dólar depois do Ministério saudita ter dito que as forças desse país tomaram o controlo do consulado dos Estados Unidos da América em Jeddah, segunda maior cidade da Arábia Saudita. No ataque, que ocorreu esta manhã, faleceram pelo menos sete pessoas, quatro guardas sauditas e três assaltantes.

Contra a moeda norte-americana, o euro [eur] desvalorizava 0,21% para os 1,3426 dólares.

O dólar também perdeu contra o iene depois do vice ministro das Finanças japonês, Koichi Hosakawa, ter dito que o país está preparado para contrariar a queda do valor do dólar.

O Banco Central Europeu manteve a taxa de juro de referência inalterada nos 2% na quinta-feira passada e o seu presidente, Jean Claude Trichet reiterou que as recentes movimentações são consideradas «indesejáveis» pelo BCE.

Considerando que tudo o que o secretário do Tesouro dos EUA, John Snow, tem dito «é importante», o presidente do BCE acrescentou contudo: «é muito importante que o governo norte-americano estivesse a comprometer-se a corrigir o desequilíbrio fiscal».

No entanto, o euro atingiu sexta-feira um novo máximo histórico nos 1,3461 dólares, depois de terem sido apresentados os dados referentes à criação de postos de trabalho em Novembro nos EUA, que ficaram abaixo do esperado e sugerem que a Reserva Federal pode abrandar a subida nos juros.

A economia americana criou 112 mil postos de trabalho em Novembro, abaixo das estimativas dos analistas, que aguardavam a criação de 200 mil novos empregos na maior economia do mundo.

A taxa de desemprego, que é calculada com base num outro relatório, desceu de 5,5% para 5,4%. Este dado económico decepcionou os investidores do mercado de câmbios, que continuaram a penalizar a moeda americana, que tem atingido consecutivos mínimos face ao euro desde o início de Dezembro.

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