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Euro reforça máximos de Agosto de 2008 com maior apetite pelo risco

A moeda única da Zona Euro reforça os máximos de Agosto de 2008, ao aproximar-se da fasquia dos 1,50 dólares, à medida que a divulgação de resultados acima das expectativas suporta a escalada das acções nos últimos meses, aumentando o apetite pelo risco por parte dos investidores mundiais.

Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 15 de Outubro de 2009 às 07:45
A moeda única da Zona Euro reforça os máximos de Agosto de 2008, ao aproximar-se da fasquia dos 1,50 dólares, à medida que a divulgação de resultados acima das expectativas suporta a escalada das acções nos últimos meses, aumentando o apetite pelo risco por parte dos investidores mundiais.

O euro seguia a avançar 0,24% para os 1,4961 dólares, o valor mais alto desde Agosto de 2008. A “nota verde” continua a ser penalizada pelo regresso do apetite por activos com maior risco, uma vez que a moeda é utilizada como um refúgio pelos investidores.

Ontem, o JPMorgan apresentou resultados trimestrais que superaram largamente as estimativas dos analistas, dando um novo impulso às bolsas mundiais, que prosseguem a escalada começada a 9 de Março. Hoje segue-se o Goldman Sachs, com o mercado na expectativa que os resultados do banco tenham quase triplicado no terceiro trimestre face ao período homólogo.

“Os bons resultados e a subida das acções fortalece o apetite pelo risco”, considerou Yuji Saito, responsável pelo departamento de cambial do Société Générale em Tóquio, adiantando que isso “vai pesar no iene como moeda de financiamento, bem como no dólar”.

Numa nota de “research”, o Goldman Sachs prevê que o dólar deverá estender as suas perdas face à moeda única nos próximos seis meses.

Veja também:

A cotação detalhada e o gráfico interactivo do euro face ao dólar

A evolução dos principais câmbios do euro e do dólar


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