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Euro valoriza com dados a demonstrarem crescimento nos EUA

O euro valorizava face ao dólar apesar dos dados hoje divulgados nos EUA apontarem para um crescimento da maior economia mundial, com o comércio a retalho e o índice de confiança dos consumidores a avançar em Outubro e Novembro, respectivamente. No Japão

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 12 de Novembro de 2004 às 16:01
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O euro valorizava face ao dólar apesar dos dados hoje divulgados nos EUA apontarem para um crescimento da maior economia mundial, com o comércio a retalho e o índice de confiança dos consumidores a avançar em Outubro e Novembro, respectivamente. No Japão o crescimento do PIB ficou abaixo do esperado.

O euro [eur] ganhava 0,14% para os 1,2929 dólares. Contra a moeda nipónica, o dólar recuava 0,90%, para 105,66 ienes.

O índice de confiança dos consumidores norte-americanos aumentou em Novembro com o presidente George W. Bush a ser reeleito, com as acções a valorizarem e com o anúncio do aumento de criação de postos de trabalho.

O índice que mede a confiança dos consumidores, elaborado pela Universidade Michigan, subiu para 95,5 pontos o que compara com 91,7 registados em Outubro. Este foi o primeiro aumento desde Julho. Os analistas esperavam que a ascensão fosse para os 93,1 pontos.

As vendas do comércio a retalho dos EUA aumentaram 0,2% em Outubro, face ao mês anterior, com a queda das concessionárias automóveis a condicionar a evolução mensal. Com exclusão das vendas de carros, o comércio a retalho cresceu 0,9%, anunciou hoje o Departamento do Comércio daquele país.

O avanço de 0,2% verificado no indicador em Outubro segue-se a um crescimento de 1,6% em Setembro. Os economistas consultados pela Bloomberg aguardavam um aumento de 0,1% das vendas totais, par 341 mil milhões de dólares (264,25 mil milhões de euros).

No Japão, o crescimento económico abrandou inesperadamente no terceiro trimestre, para 0,3%, com as empresas a cortarem o investimento e com a procura externa a arrefecer. A expansão económica japonesa no segundo trimestre foi de 1,1%. Os economistas consultados pela Bloomberg esperavam um crescimento de 2,1% no terceiro trimestre.

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