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Euronext Lisbon intensifica subida com acções da PT e do BCP a liderarem ganhos

As acções do Banco Comercial Português (BCP) e da Portugal Telecom (PT) eram as que mais ganhavam no PSI-20, com valorizações superiores a 1%, ajudando o índice a apreciar 0,49%. A Jerónimo Martins perdia valor pela nona sessão consecutiva.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 05 de Agosto de 2004 às 13:17
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As acções do Banco Comercial Português (BCP) e da Portugal Telecom (PT) eram as que mais ganhavam no PSI-20, com valorizações superiores a 1%, ajudando o índice a apreciar 0,49%. A Jerónimo Martins perdia valor pela nona sessão consecutiva.

A bolsa nacional negociava em subida de 0,49% para 7.083,75 pontos, com cinco empresas do PSI-20 [PSI20] a valorizarem, seis em queda e nove sem variação na cotação.

O Banco Central de Inglaterra decidiu aumentar em 25 pontos base a sua taxa de juro de referência, enquanto o Banco Central Europeu (BCP) manteve as taxas directoras inalteradas, decisões já esperadas pelo mercado. No resto da Europa, os principais índices acumulavam ganhos, em média, de 0,5%.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] e a Portugal Telecom (PT) [PTC] são os dois papéis com maior ponderação no PSI-20, e eram os que mais valorizavam. O banco somava 1,17% para 1,73 euros e a operadora de telecomunicações apreciava 1,44% a marcar 8,43 euros.

O sector da banca beneficiava dos resultados do Barclays, do ING Groep e do HVB, que saíram acima das estimativas dos analistas, e a PT de um estudo do Dresdner, que recomendou aos clientes a compra das acções da operadora, com um preço-alvo de 11,40 euros, o que representa um potencial de valorização superior a 35%.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] avançava 0,45% para 2,25 euros e em Espanha, a Unión Fenosa valorizava mais de 2%, com o mercado a especular que a EDP vai comprar os 20% que o Santander detém na eléctrica espanhola. Estes rumores recorrentes intensificaram-se depois da EDP ter ontem pedido autorização para aumentar o capital social num valor que poderá exceder o necessário para reforçar na Cantábrico.

A Sonae SGPS [SON] anulava os ganhos da sessão matinal, cotando agora inalterada nos 0,86 euros, e a Brisa [BRISA] aliviava de máximos de dois anos, resvalando 0,33% para 5,98 euros.

A Jerónimo Martins [JMAR] caía pela nona sessão consecutiva, a perder 1,36% para 8,68 euros. Numa conferência com analistas para apresentar os resultados, citada pela «Bloomberg», a distribuidora disse que pretendia proceder à abertura de novas lojas, a um ritmo de 25 por ano.

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