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Euronext Lisbon segue em subida com BCP e PT

A bolsa nacional negociava em subida, com o PSI-20 a avançar 0,22%. O BCP e a PT eram os títulos que mais ajudavam à valorização do índice, enquanto a EDP e a Sonae travavam uma maior subida.

Bernardo Meira bmeira@mediafin.pt 25 de Fevereiro de 2004 às 11:17
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Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] avançava 0,17% nos 8.173,30 pontos. A liderar os ganhos estava a mineira Acerinox que crescia 1,8% para os 37 euros e operadora de cabo Sogecable que avançava 1,6% para os 38,35 euros. A impedir uma maior subida do índice, a tabaqueira Altadis perdia 2,5% para os 25,16 euros.

O FTSE 100 [UKX] seguia pouco alterado nos 4.497,10 pontos, pressionado pelo banco Barclays que descia 3,1% para as 4,91 libras (7,32 euros) e a farmacêutica Alliance Unichem que recuava 1,9% para as 5,39 libras (8,1 euros). Nos ganhos, o grupo de media britânico Granada subia 5,6% para as 1,41 libras (2,1 euros) e a seguradora Aviva crescia 4,3% para as 5,64 libras (8,4 euros), depois de ter divulgado que contabilizou o primeiro resultado positivo anual desde 1999.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] descia 0,04% nos 3.682,45 pontos. A Vivendi, que controla a operadora de telecomunicações francesa SFR, era o título que mais impulsionava o índice à medida que valorizava 4,5% para os 23,24 euros, juntamente com a retalhista Carrefour que subia 2,6% para os 43,65 euros. O banco Société Générale deslizava 1,2% para os 70,8 euros.

Nos países baixos, o AEX [AEX] perdia 0,15% nos 353,69 pontos. A retalhista Ahold, que controla 49% da Jerónimo Martins Retalho, ganhava 0,15% para os 6,66 euros, juntamente com o banco ING que subia 0,4% para os 19,91 euros. Nas perdas, a Heineken perdia 2,4% para os 31,60 euros, depois do terceiro maior fabricante de cerveja ter divulgado que os lucros de 2004 poderão ser afectados pela queda do dólar contra o euro.

Na Alemanha, o DAX [DAX] recuava 0,28% nos 3.980,41 pontos, com 25 dos 30 títulos que compõem o índice em queda. A contribuir mais para a descida da praça de Frankfurt, o grupo de saúde Fresenius deslizava 3,4% para os 54,61 euros, juntamente com o banco HVB que descia 2,6% para os 17,75 euros e com a seguradora Allianz, que desvalorizava 2,5% para os 98,95 euros.

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