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Euronext Lisbon segue pouco alterada e euro penaliza bolsas europeias

A bolsa nacional negociava pouco alterada em contraciclo com as congéneres europeias, com o PSI-20 a recuar 0,04%. O BPI e PT Multimédia eram os títulos que mais ajudavam à desvalorização do índice, enquanto a PT e o BCP travavam uma maior descida.

Bernardo Meira bmeira@mediafin.pt 19 de Novembro de 2003 às 11:23
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A bolsa nacional negociava pouco alterada em contraciclo com as congéneres europeias, com o PSI-20 a recuar 0,04%. O BPI e PT Multimédia eram os títulos que mais ajudavam à desvalorização do índice, enquanto a PT e o BCP travavam uma maior descida.

O índice PSI-20 [PSI20] cotava nos 6.435,43 pontos, com seis das acções em subida, sete inalteradas e sete em queda. O máximo histórico hoje obtido pelo euro estava a penalizar as empresas europeias que mais exportam para os Estados Unidos.

No sector da banca, o Banco BPI [BPI] liderava as perdas em 0,37% para os 2,67 euros, em contraciclo com o Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] que avançava 0,08% para os 12,36 euros. O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] crescia 0,6% até aos 1,67 euros, com 1,2 milhões de títulos movimentados.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] apreciava 0,4% para os 7,53 euros, com 809 mil títulos transaccionados e a PT Multimédia perdia 0,53% para os 14,92 euros. A Pararede mantinha-se inalterada nos 0,30 euros, liderando o volume de transacções com perto de 4 milhões de títulos negociados, juntamente com a eléctrica nacional EDP [EDP] que se mantinha inalterada nos 1,99 euros.

A Sonaecom disse ontem que está a analisar o «dossier» da venda da operadora de televisão por cabo Cabovisão, um movimento que a Espírito Santo Research considera negativo para a empresa de Paulo Azevedo, pois a vai afectar a sua performance financeira. A Sonaecom [SNC] ganhava 0,47% para os 2,13 euros, enquanto a Sonae SGPS [SON] mantinha-se inalterada nos 0,66 euros.

A Brisa [BRISA] desvalorizava 0,37% para os 5,33 euros, juntamente com a Teixeira Duarte [TXDE] que recuava 1,27% para os 0,78 euros, no dia em que foi anunciado que a empresa vai investir 270 milhões de euros no complexo de escritórios Lagoas Park, no concelho de Oeiras.

A Jerónimo Martins continua como destaque da bolsa, tendo batido hoje um novo máximo anual nos 9,79 euros.

Bolsas europeias desvalorizam em todos os sectores de actividade

Na Alemanha, o DAX [DAX] liderava as perdas em 1,78% nos 3.601,05 pontos, com os 30 títulos que compõem o índice a descer. A fabricante de produtos electrónicos Siemens era o título que mais contribuía para a descida do índice, perdendo 2,4% para os 58,12 euros, juntamente com seguradora Allianz que descia 2,4% para os 87,97 euros e com a integradora de sistemas SAP que perdia 2,2% para os 122,99 euros.

Na Holanda, o AEX [AEX] recuava 1,46% para os 323,70 pontos. A contribuir mais para a descida do índice, a fabricante de produtos electrónicos Philips Electronics perdia 3,71% para os 22,04 euros, juntamente com os bancos ING, que deslizava 2,41% para os 17,42 euros, e ABN Amro, que recuava 1,22% para os 17,42 euros.

Em Paris, o CAC 40 [CAC] perdia 1,38% para os 3.306,49 pontos. A seguradora Axa liderava as perdas em 2,6% para os 15,35 euros, juntamente com a Aventis que recuava 1,7% para os 48,01 euros. O banco BNP Paribas era o papel que mais contribuía para a descida do índice, perdendo 1,9% para os 44,13 euros. Nas valorizações, a Vivendi Universal era o único papel do índice a subir, ao avançar 0,9% para os 18,66 euros.

Em Madrid, o IBEX 35 [IBEX] negociava perdendo 0,96% nos 7.059,01 pontos. A liderar as perdas estava a operadora de telecomunicações Telefónica que desvalorizava 1,2% para os 10,48 euros e o banco Santander que perdia 1,8% para os 8,17 euros. A impedir uma maior descida do índice, a petrolífera Repsol ganhava 0,8% para os 14,45 euros.

O FTSE 100 [UKX] descia 0,77% nos 4.321,01 pontos com o banco HSBC a contribuir mais para a desvalorização da praça londrina em 1,6% para as 87,59 libras (124,87 euros), juntamente com a farmacêutica GlaxoSmithKline que perdia 1,7% para as 13,52 libras (19,27 euros) e com a operadora de telecomunicações Vodafone que recuava 2,1% para as 13,08 libras (18,65 euros).

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