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Europa cai pelo terceiro dia com energia a castigar sessão

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta quinta-feira.

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15.09.2022

Europa cai pelo terceiro dia com energia a castigar sessão

Os primeiros encontros presenciais com investidores estão a ser usados pelos gestores para atualizar estimativas e acalmar os receios sobre o impacto da guerra no mercado financeiro.

As principais praças do Velho Continente encerraram a sessão desta quinta-feira maioritariamente em terreno negativo. Algo que se repete há três dias.

O índice de referência para a Europa ocidental, Stoxx 600, terminou a sessão a desvalorizar 0,65% fixando-se nos 414,78 pontos. Entre os setores que registaram as maiores quedas esteve o do petróleo e gás, que derrapou mais de 2%, após o anúncio, esta quarta-feira, por parte da presidente da Comissão Europeia, de uma nova taxa extraordinária sobre os lucros das energéticas.

Já nos ganhos esteve o setor da banca - que tem estado a beneficiar da subida das taxas de juro diretoras, por duas vezes no caso do Banco Central Europeu -, que subiu quase 2%.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cedeu 0,55%, o francês CAC-40 desvalorizou 1,04%, o italiano FTSEMIB recuou 0,21%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,90%. Em Lisboa, o PSI tombou 1,01%.

Entre os ganhos esteve o britânico FTSE 100, a valorizar 0,07%, e o espanhol IBEX 35 - que subiu 0,37%.

15.09.2022

Petróleo cai com greve ferroviária abortada nos EUA

Os preços do "ouro negro" seguem em baixa, pressionados sobretudo pelo facto de ter sido conseguido, ontem à noite, um acordo que trava a prevista greve dos serviços ferroviários nos EUA.

 

O acordo foi obtido após 20 horas de intensas conversações, mediadas pela Administração de Joe Biden, para evitar a greve que paralisaria os serviços ferroviários e atingiria o fornecimento de alimentos e combustível em todo o país e também fora do território norte-americano.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a ceder 3,25% para 91,04 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 3,42% para 85,45 dólares por barril.

 

O facto de o dólar estar a valorizar também está a contribuir para penalizar o crude, que é negociado na nota verde – pelo que fica menos atrativo para quem negoceia com outras moedas.

15.09.2022

Euro sobe ligeiramente, mas ainda está abaixo da paridade face ao dólar

Para os analistas “é uma questão de tempo” até que o euro fique em paridade com a nota verde, havendo mesmo quem defenda uma queda abaixo deste nível já esta semana.

O euro está a valorizar face ao dólar, mas, ainda assim, abaixo da paridade. A moeda única europeia recupera ligeiramente e sobe 0,15% para 0,9996 dólares.

Ainda assim, o índice do dólar medido pela Bloomberg - que compara a força da nota verde contra 10 divisas rivais - avança 0,03% para 109,686 pontos.

Já o iene, que na quarta-feira esteve a recuperar de mínimos de 24 anos perante sinais de que o Banco do Japão estava a preparar uma intervenção no mercado cambial, liderou hoje as perdas. A autoridade monetária não intervém neste mercado desde 2011.

O dólar avança assim 0,22% face à moeda japonesa.

Analistas consultados pela Bloomberg indicam que, com os mercados à espera da manutenção de uma política monetária restritiva por parte da Fed, o dólar deverá continuar a ganhar força.

15.09.2022

Juros agravam-se na Zona Euro. Em Espanha é onde mais sobem

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estiveram a agravar-se ao longo desta quinta-feira, numa altura em que têm estado a ser pressionados pelas perspetivas de continuidade da subida das taxas de juro dos bancos centrais.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos, referência para a região, subiu 5,3 pontos base para 1,762%. Já os juros da dívida francesa com a mesma maturidade aumentaram 3,6 pontos base para 2,309%, marcando assim o menor agravamento da região.

A "yield" da dívida portuguesa com vencimento a dez anos subiu 5 pontos base para 2,789%. Já os juros da dívida soberana espanhola foram os que registaram a maior subida, ao avançarem 6,3 pontos base para 2,910%.

Destaque ainda para os juros da dívida italiana, que somoram 5,7 pontos base para 4,039%.

15.09.2022

Ouro tomba mais de 1% para valor mais baixo em mais de um ano

O ouro está a desvalorizar, a negociar no valor mais baixo em mais de um ano, à medida que se mantêm as expectativas de uma elevada subida das taxas de juro pelo banco central dos EUA (Fed).

O metal precioso, que é mais prejudicado por uma política monetária mais agressiva por não render juros, perde 1,01% para 1.680,23 dólares por onça. Ao mesmo tempo, o avanço do dólar ao longo deste ano tem colocado pressões acrescidas sobre este metal.

"A desvalorização do ouro está a ser motivada pelo facto de o mercado estar a incorporar uma subida de 1% nas taxas de juro da Fed na próxima semana e uma taxa diretora de 4,5% no final do ano", explica Ole Hansen, analista do Saxo Bank, à Bloomberg.

Ao mesmo tempo, "os dados das vendas a retalho melhores do que o esperado também não estão a ajudar", dado o seu potencial de influenciarem o aumento dos juros diretores por parte dos bancos centrais, esclarece ainda.

15.09.2022

Wall Street pinta-se de vermelho. Dados económicos não chegam para animar bolsas

O “buy the dip” tem ajudado a içar os mercados, mas não é suficiente. O apetite pelo risco é pouco.

Wall Street abriu em terreno negativo, a retomar assim as perdas vividas esta terça-feira, na sequência da divulgação de dados da inflação em agosto, que ao contrário do esperado, aumentou face a julho.

O índice de referência S&P 500 perde 0,25%, para 3.936,01 pontos. O industrial Dow Jones recua 0,17% para 31.081,54 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite cede 0,27% para 11.688,53 pontos. Com as perdas nos primeiros minutos de negociação as principais bolsas norte-americanas estão já a anular os ganhos de quarta-feira.

Esta quinta-feira está a ser marcada pela divulgação de dados económicos, nomeadamente o número de pedidos de subsídio de desemprego na semana terminada a 10 de setembro, que diminuiu pela quinta semana consecutiva.

Já as vendas a retalho aumentaram em agosto, ao passo que a produção industrial também subiu ligeiramente em agosto.

Face a estas novas estatísticas "parece pouco provável que a Fed suba as taxas de juro num valor superior a 75 pontos base, apesar do pânico coletivo dos últimos dias", explica o analista Michael Hewson, analista do CMC Markets, à Bloomberg.

15.09.2022

Europa supera inflação acima do previsto e arranca sessão pintada de verde

As bolsas europeias parecem ter recuperado das perdas provocadas por uma inflação acima do esperado nos Estados Unidos e estão agora a ganhar terreno. A sessão desta quinta-feira arrancou pintada de verde, com o Stoxx 600 - referência para o mercado europeu - a subir 0,40% para 419,20 pontos.

Dos 20 setores que compõem o índice, o que mais contribuiu para a subida foi a banca, que sobe 1,6%. Já o setor das utilities (água, luz e gás) é o que mais pressiona o índice. A elevada inflação, o agravamento da crise energética na Europa e a desaceleração do crescimento económico têm colocado entraves ao bom desempenho do Stoxx 600. A esta combinação, junta-se ainda a política monetária mais dura por parte dos bancos centrais.

Os mercados estão agora de olhos postos na reunião da Fed na próxima semana, numa altura em que as perspetivas de uma subida mais expressiva das taxas de juro vão ganhando força. Os investidores estão à espera de um aumento de 75 pontos base, mas não descartam a possibilidade de a autoridade monetária optar por um passo mais ousado: os 100 pontos base.

15.09.2022

Juros voltam a agravar-se na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas estão a agravar-se na Zona Euro, com Portugal a ser o segundo país que maior agravamento vê.

Apesar do alívio registado ontem, a normalização da política monetária mais dura - o BCE já subiu as taxas de juro duas vezes - tem sido um dos principais motivos para o agravamento das "yields" das dívidas na região nos últimos meses.

A "yield" da dívida portuguesa com maturidade a dez anos sobe 4,2 pontos base para 2,781%. Contudo, a dívida soberana espanhola é a que maior subida regista: os juros avançam 4,4 pontos base para 2,891%. 

a "yield" das Bunds alemãs a dez anos cresce 3,3 pontos base para 1,742%, enquanto os juros da dívida francesa aumentam 2,9 pontos base para 2,302% e os juros da dívida italiana agravam 4,3 pontos base para 4,025%.

15.09.2022

Euro mantém-se abaixo da paridade com o dólar

O euro segue a desvalorizar ligeiramente face ao dólar, que recuperou algum terreno após o impacto da inflação acima do esperado em agosto. A moeda única europeia cede 0,06% para os 0,9975 dólares.

Já o 
índice dólar da Bloomberg - que compara a força da moeda contra 10 divisas rivais - sobe 0,11% para 109.776 pontos. A nota verde valorizou face a quase todas as moedas do grupo, numa altura em que os investidores aguardam pelos dados do retalho, à procura de pistas sobre a resiliência da economia norte-americana.

O iene, que ontem recuperou de mínimos de 24 anos perante os sinais de que o Banco do Japão estava a preparar uma intervenção no mercado cambial, liderou esta quinta-feira as perdas. Os fundos de investimento voltaram-se para o dólar, uma vez que as autoridade japonesas não tomaram qualquer medida após a ação de supervisão sobre as taxas de câmbio em que questionou os participantes do mercado.

15.09.2022

Ouro cede e volta a negociar abaixo dos 1.700 dólares

O ouro voltou a ceder, estando a negociar abaixo do limiar dos 1.700 dólares por onça.

A pressionar o metal amarelo está o impacto que a inflação acima do esperado nos Estados Unidos pode ter nos próximos passos da Reserva Federal norte-americana. Isto numa altura em que já se coloca em cima da mesa que a o ritmo da subida das taxas não só pode aumentar, como pode manter-se durante um período mais alargado.

O metal precioso cede 0,59% para 1.678,36 dólares por onça, enquanto a platina recua 0,46% para 905,88 dólares e o paládio desce 1,16% para 2.141,44 dólares.

O governador do Banco da Áustria e membro do Conselho do Banco Central Europeu alertou para a probabilidade de a inflação acelerar ainda mais, o que pode levar à imposição de uma política monetária mais robusta na região. A confirmar-se, estas podem não ser boas notícias para o ouro, uma vez que taxas de juro mais elevadas tendem a pesar na procura por este metal precioso, que não remunera juros.

15.09.2022

Petróleo cede. Gás sobe após discurso de Bruxelas

O petróleo segue a desvalorizar ligeiramente, numa altura em que aumentam as preocupações quanto à procura global e que os investidores avaliam os comentários dos Estados Unidos sobre o reabastecimento de reservas estratégicas.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, cede 0,18% para 93,98 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, desvaloriza 0,02% para 88,46 dólares por barril.

Apesar de a China ter divulgado que planeia levantar o confinamento em certas parte de Chengdu, o que leva a um aumento do consumo da matéria-prima, a Agência Internacional de Energia alertou na quarta-feira que os Estados Unidos caminham para a maior queda anual da procura do "ouro negro" em mais de três décadas.

Já os preços do gás natural voltaram a subir, numa altura em que os investidores analisam se as medidas anunciadas pela Comissão Europeia para combater a crise energética serão o suficiente para reduzir os custos desta matéria-prima.

O plano anunciado por Ursula von der Leyen, que inclui o teto máximo que Bruxelas irá impor às receitas das renováveis (entre 180 e 200 euros por MWh), a somar à contribuição da indústria petrolífera, permitirá arrecadar 140 mil milhões de euros, valor que posteriormente será direcionado aos Estados-Membros para que estes possam ajudar as famílias e empresas a fazer face aos elevados preços da eletricidade e do gás.

Os futuros a um mês negociados em Amesterdão - referência para o mercado europeu – sobem 1,44% para 221 euros por megawatt-hora.

15.09.2022

Europa aponta para arranque na linha d'água. Ásia recupera terreno

A Europa aponta para um arranque de negociação sem grandes alterações, depois de na quarta-feira ter fechado mais uma sessão com perdas. A pressionar as bolsas europeias está a especulação de que a Reserva Federal norte-americana tenha de subir as taxas de juros a um ritmo mais acelerado, o que agrava o risco de recessão.

Já na Ásia, as bolsas asiáticas recuperaram algum terreno, um dia depois de terem visto a maior venda de ações em massa em duas semanas. Ainda assim, a sessão encerrou mista. Pela China, o Shangai Composite caiu 1,84%, enquanto no Japão, o Nikkei subiu 0,21%. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,13% e, na Coreia do Sul, o Kospi recuou 0,21%.

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