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Fundos para arrendamento habitacional com rendas mais de 20% abaixo da prestação do crédito

As rendas que os antigos proprietários vão pagar pelas casas que arrendarem depois de as vender aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento habitacional (FIIAH) apresentarão uma redução sempre superior a 20% face ao valor da prestação mensal referente ao crédito à habitação contraído para adquirir esse mesmo imóvel.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 21 de Outubro de 2008 às 13:20
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As rendas que os antigos proprietários vão pagar pelas casas que arrendarem depois de as vender aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento habitacional (FIIAH) apresentarão “uma redução sempre superior a 20%” face ao valor da prestação mensal referente ao crédito à habitação contraído para adquirir esse mesmo imóvel.

Nalguns casos, a diminuição do encargo mensal “é bastante superior” a 20%, garantiu Paulo Sousa, director de financiamento imobiliário da Caixa Geral de Depósitos (CGD), na apresentação da estratégia do banco público face aos FIIAH.

A CGD “está a preparar o lançamento do primeiro fundo de investimento imobiliário para arrendamento habitacional pois reconhece as vantagens deste instrumento”, anunciou Paulo Sousa, adiantando que os FIIAH permitem “relançar o mercado de arrendamento em Portugal”.

O responsável da Caixa sublinha que estes fundos apresentam “vantagens financeiras para o fundo, para os investidores, para os participantes e para quem vender a sua casa ao fundo e a arrendar com opção de compra”. Além disso, há os FIIAH têm “uma vertente económica, já que colocam um conjunto de activos no mercado e uma componente social de apoio às famílias que continuam a viver na mesma casa”.

Para a CGD, a criação destes fundos “permite uma optimização da carteira de activos imobiliário existente imobiliários existentes no grupo CGD”.

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