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Galp e PT pressionam bolsa nacional

A bolsa nacional segue em queda, pressionada pela queda das acções da Galp e da Portugal Telecom. Entre os congéneres europeus a tendência é indefinida, com os investidores receosos em relação à evolução da economia mundial, depois de ter sido conhecido um abrandamento do Japão.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 13 de Agosto de 2012 às 13:56
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O PSI-20 recua 0,36% para 4.826,36 pontos, com 10 acções a cair e oito a subir, no primeiro dia em que o índice negoceia com apenas 18 acções, já que a Brisa foi excluída do índice, após a OPA lançada pela Tagus.

Os congéneres europeus seguem sem uma tendência definida, depois de ter sido revelado que a economia japonesa cresceu no segundo trimestre menos do que nos primeiros três meses do ano e ficou aquém do previsto pelos economistas. Um comportamento que está a levar os investidores a reflectirem algum pessimismo nas bolsas, devido ao receio de que a economia mundial abrande o seu crescimento.

A acção que mais determina a evolução da bolsa nacional é a Galp Energia, ao perder 0,65% para 11,525 euros. A Portugal Telecom também contribui ao descer 0,48% para 3,513 euros.

A pressionar segue igualmente a Jerónimo Martins, ao cair 0,37% para 13,55 euros, num dia marcado por oscilações pouco acentuadas entre as acções.

Em queda segue também a EDP, ao ceder 0,10% para 1,935 euros, enquanto a EDP Renováveis sobe 0,46% para 2,602 euros, depois de já ter recuado para um novo mínimo histórico de 2,252 euros.

Entre a banca, o sentimento também não é definido. O BES sobe 0,19% para 0,52 euros. O BCP segue estável nos 0,096 euros e o BPI recua 0,55% para 0,54 euros, no dia em que as novas acções do banco, provenientes do aumento de capital, começaram a negociar. Na sexta-feira, o banco revelou as posições accionistas após o aumento de capital, revelando assim que foram os principais accionistas que subscreveram a quase totalidade deste aumento de capital.

A sessão é ainda marcada pela saída da Brisa do PSI-20, depois de ter sido alvo de uma oferta pública de aquisição (OPA) pela Tagus, que conseguiu 85% do capital, o que corresponde a mais de 90% dos direitos de voto. Com esta operação, a concessionária de auto-estradas poderá ser retirada de bolsa, bastando para isso que a Tagus peça à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). As acções da empresa caem 8,62% para 2,12 euros, depois de ter tocado no valor mais baixo de sempre ao transaccionar nos 2,10 euros.
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